Paraíba terá pico de internados com Covid-19 em fevereiro e alto número de mortes e infecções pela Ômicron em março, alerta secretário

A Paraíba terá pico de internados com Covid-19 em fevereiro e alto número de mortes e de infecções pela Ômicron em março, segundo alertou o secretário executivo de Saúde, Daniel Beltrammi. Em entrevista ao programa Arapuan Verdade nesta segunda-feira (31), Beltrammi disse que haverá dias de dificuldade, mas a Paraíba pode reverter essa tendência.

“Tudo o que a gente já incorporou de modelos de projeção de tentar desenhar o cenário, especialmente com a metodologia da Universidade de Oxford, mostra para nós um pico de casos de Ômicron em 13 de março, um pico de vidas perdidas em 22 de março e um pico máximo de pessoas internadas no dia 21 de fevereiro. Isso mostra que nosso percurso para frente é de alguns dias de dificuldade. Mas a gente pode reverter essa tendência”, informou o secretário executivo de Saúde da Paraíba.

Daniel Beltrammi orientou que as pessoas busquem ficar em casa nos fins de semana e que, caso tenham febre, dor de cabeça e outros sintomas gripais, acionem o Alô Saúde pelo número 3211-9844, de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h, para receber orientações.

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A partir deste sábado (19) os candidatos das eleições gerais não podem ser presos até o fim do período eleitoral. No entanto, a coordenadora da Corregedoria do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), Vanessa do Egito, esclareceu, nesta sexta-feira (18), que os políticos podem ser detidos em flagrante.

“A verdade é que, 15 dias antes das eleições e até 48 horas após, nenhum candidato ou candidata poderá ser preso. Mas, se ele for flagrado no cometimento de crime, ele vai ser preso sim. Essa aí são aqueles mandados de prisão que tem contra as pessoas. Se for contra um candidato, não poderá ser cumprido dentre esses 15 dias”, destacou a coordenadora.

A regra responsável por vedar mandados de prisão, conforme explicou Vanessa do Egito, visa evitar a cassação dos direitos dos candidatos, a exemplo da participação na propaganda eleitoral.

“É para que isso não seja usado de forma eleitoreira. Para que esses mandados [de prisão] não sejam cumpridos exatamente nesses 15 dias para tirar o candidato de sua campanha. Então, para permitir que o candidato possa fazer a sua propaganda eleitoral até os últimos dias de propaganda, a sua campanha, de forma plena”, complementou.

Com MaisPB