João Azevêdo aguarda definição sobre federação de partidos e avisa: “Voto em Lula”

O governador João Azevêdo (Cidadania) ainda aguarda uma definição sobre o possível processo de federação entre o seu partido, Cidadania, com o PSDB, partido liderado na Paraíba pelo clã Cunha Lima, grupo adversário do gestor estadual. Na semana passada, o presidente nacional do Cidadania, Roberto Freire, afirmou que a junção das duas siglas está caminhada.

“A única coisa que me faria sair do Cidadania é se eu não tiver autonomia para tomar decisões de acordo com o que eu entendo fazer política. Se houver mudança, porque até hoje o presidente Roberto Freire, tem me dado autonomia”, afirmou durante agenda em São Bento, nesta segunda-feira (17).

Segundo Azevêdo, essa semana haverá uma nova reunião da executiva nacional, onde “decisões sobre a federação serão tomadas”. “Espero que as definições cheguem o mais rápido possível”, adiantou.

Independente da confirmação do processo, o governador disse que votará no ex-presidente Lula.

“Eu tenho dito claramente e disse por diversas vezes que o meu voto é de Lula. Se você analisar todas as candidaturas postas, nenhuma traz esperança para o povo brasileiro e Lula traz isso. A candidatura de Lula é capaz de unir. Isso é um voto pessoal, o meu voto enquanto eleitor é de Lula”, avisou.

Mais PB

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A partir deste sábado (19) os candidatos das eleições gerais não podem ser presos até o fim do período eleitoral. No entanto, a coordenadora da Corregedoria do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), Vanessa do Egito, esclareceu, nesta sexta-feira (18), que os políticos podem ser detidos em flagrante.

“A verdade é que, 15 dias antes das eleições e até 48 horas após, nenhum candidato ou candidata poderá ser preso. Mas, se ele for flagrado no cometimento de crime, ele vai ser preso sim. Essa aí são aqueles mandados de prisão que tem contra as pessoas. Se for contra um candidato, não poderá ser cumprido dentre esses 15 dias”, destacou a coordenadora.

A regra responsável por vedar mandados de prisão, conforme explicou Vanessa do Egito, visa evitar a cassação dos direitos dos candidatos, a exemplo da participação na propaganda eleitoral.

“É para que isso não seja usado de forma eleitoreira. Para que esses mandados [de prisão] não sejam cumpridos exatamente nesses 15 dias para tirar o candidato de sua campanha. Então, para permitir que o candidato possa fazer a sua propaganda eleitoral até os últimos dias de propaganda, a sua campanha, de forma plena”, complementou.

Com MaisPB