ADESÃO: Vereador Felipe Moreira deixa a oposição e garante maioria ao prefeito Edglei na Câmara de Santo André

Agora é oficial. O jovem vereador Felipe Moreira está unido ao projeto administrativo e político do prefeito Edglei Amorim em Santo André. Vereador em seu primeiro mandato e com forte atuação junto a juventude do município, o parlamentar confirmou a reportagem do portal De Olho no Cariri que agora integra oficialmente a banda de situação na Câmara de Santo André.

Felipe destacou que toda a população de Santo André é testemunha do trabalho sério, dedicado e sem perseguição que o prefeito Edglei Amorim vem realizando a frente do município.

“Fui eleito por um grupo de santoandreenses que tinham esperança e acreditavam no projeto do ex-vereador Pedro, de saudosa memória. Com sua partida precoce, resta-nos analisar o que é melhor para o presente e futuro de Santo André e não tenho mais dúvidas de que Edglei representa essa renovação que nossa cidade tanto precisava”, explicou o vereador.

Com a adesão ao bloco de situação, Edglei Amorim passa a ter maioria no Legislativo de Santo André com o apoio dos parlamentares Dennys Cavalcante, Rodrigo Camilo, Socorro Souto, Assis Benjamin e agora Felipe Moreira.

De Olho no Cariri

COMPARTILHE ESSA NOTÍCIA

Facebook
WhatsApp
Print

A partir deste sábado (19) os candidatos das eleições gerais não podem ser presos até o fim do período eleitoral. No entanto, a coordenadora da Corregedoria do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), Vanessa do Egito, esclareceu, nesta sexta-feira (18), que os políticos podem ser detidos em flagrante.

“A verdade é que, 15 dias antes das eleições e até 48 horas após, nenhum candidato ou candidata poderá ser preso. Mas, se ele for flagrado no cometimento de crime, ele vai ser preso sim. Essa aí são aqueles mandados de prisão que tem contra as pessoas. Se for contra um candidato, não poderá ser cumprido dentre esses 15 dias”, destacou a coordenadora.

A regra responsável por vedar mandados de prisão, conforme explicou Vanessa do Egito, visa evitar a cassação dos direitos dos candidatos, a exemplo da participação na propaganda eleitoral.

“É para que isso não seja usado de forma eleitoreira. Para que esses mandados [de prisão] não sejam cumpridos exatamente nesses 15 dias para tirar o candidato de sua campanha. Então, para permitir que o candidato possa fazer a sua propaganda eleitoral até os últimos dias de propaganda, a sua campanha, de forma plena”, complementou.

Com MaisPB