Sem opções na oposição, PTB fecha questão e decide lançar Nilvan Ferreira como pré-candidato ao Governo da Paraíba

O PTB bateu o martelo nesta terça-feira (7) e decidiu que terá candidatura própria ao Governo da Paraíba. Nilvan Ferreira vai “rodar o estado” para “provocar o debate político como precisa ser provocado para o povo discutir o seu futuro”, declarou Nilvan.

“A orientação é de rodar o estado. Fizemos essa indicação agora há pouco. Ouvir as pessoas, as lideranças, os segmentos, baseado tudo numa questão nacional. O partido a nível nacional orienta que a gente tenha condições, dispute as eleições e garanta o palanque da reeleição do presidente Jair Bolsonaro”, informou Nilvan.

Ainda segundo o pré-candidato a governador, “a orientação é, a partir de amanhã, rodar o estado. E a gente vai. O que não pode é ficar essa impressão de que os conservadores e a direita não vão ter candidatura porque têm medo de enfrentar João Azevêdo. Se faltava coragem, o PTB vem com coragem e vai provocar o debate político como precisa ser provocado para o povo discutir o seu futuro.”

De Olho no Cariri

Click PB

COMPARTILHE ESSA NOTÍCIA

Facebook
WhatsApp
Print

A partir deste sábado (19) os candidatos das eleições gerais não podem ser presos até o fim do período eleitoral. No entanto, a coordenadora da Corregedoria do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), Vanessa do Egito, esclareceu, nesta sexta-feira (18), que os políticos podem ser detidos em flagrante.

“A verdade é que, 15 dias antes das eleições e até 48 horas após, nenhum candidato ou candidata poderá ser preso. Mas, se ele for flagrado no cometimento de crime, ele vai ser preso sim. Essa aí são aqueles mandados de prisão que tem contra as pessoas. Se for contra um candidato, não poderá ser cumprido dentre esses 15 dias”, destacou a coordenadora.

A regra responsável por vedar mandados de prisão, conforme explicou Vanessa do Egito, visa evitar a cassação dos direitos dos candidatos, a exemplo da participação na propaganda eleitoral.

“É para que isso não seja usado de forma eleitoreira. Para que esses mandados [de prisão] não sejam cumpridos exatamente nesses 15 dias para tirar o candidato de sua campanha. Então, para permitir que o candidato possa fazer a sua propaganda eleitoral até os últimos dias de propaganda, a sua campanha, de forma plena”, complementou.

Com MaisPB