União Brasil vê nome de Efraim Filho como opção para vice de Sérgio Moro

O União Brasil, fusão do DEM com o PSL, tem se alinhado com a candidatura de Sérgio Moro para a disputa presidencial nas eleições de 2022. Segundo o colunista Alberto Bombig, do jornal O Estado de S.Paulo, o novo partido formaria a chapa com o ex-juiz indicando o vice da composição.

De acordo com Bombig, três nomes da Região Nordeste têm sido citados como opções do futuro União Brasil para ocupar a vice de Sérgio Moro: Luciano Bivar (PSL-PE), Mendonça Filho (PE) e o líder do DEM na Câmara, Efraim Filho (PB).

O deputado federal Efraim Filho irá integrar a executiva nacional da União Brasil, ocupando o cargo de primeiro-secretário da legenda. O parlamentar paraibano foi escolhido pelo ex-prefeito de Salvador ACM Neto para ser o número dois na hierarquia do Democratas na constituição do novo partido.

Efraim é pré-candidato ao Senado Federal pela Paraíba e tem buscado consolidar seu nome na formação da chapa majoritária do governador João Azevêdo (Cidadania), que segue em projeto de reeleição no estado e ainda não definiu quais serão os nomes que o acompanharão até o próximo pleito.

Projeto eleitoral

Os dirigentes do União Brasil têm sido cobrados a dar maior clareza ao projeto eleitoral para 2022. Seja pela ala que pretende estar ao lado de Jair Bolsonaro (PL), seja pela atualmente mais alinhada a Sérgio Moro (Podemos), a ideia é buscar celeridade.

Segundo o colunista do Estadão, em uma campanha eleitoral tão antecipada como tem sido a atual, o futuro partido corre risco de ser atropelado na formação de alianças e, consequentemente, dos apoios regionais.

A estruturação dos palanques estaduais tem sido um entrave nas discussões entre a turma de Moro e o União Brasil. Um dos motivos é o alinhamento de possíveis candidatos a governador pelo futuro partido com Bolsonaro, como, por exemplo, Capitão Wagner, ainda filiado ao Pros, no Ceará, e Marcos Rocha, em Rondônia.

Wscom

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A partir deste sábado (19) os candidatos das eleições gerais não podem ser presos até o fim do período eleitoral. No entanto, a coordenadora da Corregedoria do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), Vanessa do Egito, esclareceu, nesta sexta-feira (18), que os políticos podem ser detidos em flagrante.

“A verdade é que, 15 dias antes das eleições e até 48 horas após, nenhum candidato ou candidata poderá ser preso. Mas, se ele for flagrado no cometimento de crime, ele vai ser preso sim. Essa aí são aqueles mandados de prisão que tem contra as pessoas. Se for contra um candidato, não poderá ser cumprido dentre esses 15 dias”, destacou a coordenadora.

A regra responsável por vedar mandados de prisão, conforme explicou Vanessa do Egito, visa evitar a cassação dos direitos dos candidatos, a exemplo da participação na propaganda eleitoral.

“É para que isso não seja usado de forma eleitoreira. Para que esses mandados [de prisão] não sejam cumpridos exatamente nesses 15 dias para tirar o candidato de sua campanha. Então, para permitir que o candidato possa fazer a sua propaganda eleitoral até os últimos dias de propaganda, a sua campanha, de forma plena”, complementou.

Com MaisPB