Durante evento em Monteiro, Michel e Edna apresentam Hugo Mota como federal do Grupo Henrique

Em visita a região do Cariri paraibano nesta última sexta-feira(26), o deputado federal Hugo Motta (Republicanos), esteve na cidade de São João do Tigre participando da solenidade de entrega de obras ao lado de amigos prefeitos e correligionários.

Hugo Motta também aproveitou a viagem e participou de um importante evento político na cidade de Monteiro, onde foi oficializado o apoio político do Grupo Henrique à sua reeleição.

Na oportunidade, o deputado federal, Hugo Mota, foi apresentado como pré-candidato do grupo, fruto de uma parceria com Michel Henrique, pré-candidato a deputado estadual e que juntos, farão dobradinha visando as eleições de 2022.

O evento contou com a participação de diversas lideranças politicas, a exemplo da deputada federal, Edna Henrique, seu filho Michel Henrique, além do presidente da Câmara de Monteiro, Sandro Lira, vereador Lito, Bilú, Toinho, Cícero, Dárcio e Andréa, além de outras lideranças e correligionários.

Michel Henrique vem despontando como um dos principais pré-candidatos a ALPB e fala-se que tem cadeira certa no Legislativo Paraibano.

De Olho no Cariri

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A partir deste sábado (19) os candidatos das eleições gerais não podem ser presos até o fim do período eleitoral. No entanto, a coordenadora da Corregedoria do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), Vanessa do Egito, esclareceu, nesta sexta-feira (18), que os políticos podem ser detidos em flagrante.

“A verdade é que, 15 dias antes das eleições e até 48 horas após, nenhum candidato ou candidata poderá ser preso. Mas, se ele for flagrado no cometimento de crime, ele vai ser preso sim. Essa aí são aqueles mandados de prisão que tem contra as pessoas. Se for contra um candidato, não poderá ser cumprido dentre esses 15 dias”, destacou a coordenadora.

A regra responsável por vedar mandados de prisão, conforme explicou Vanessa do Egito, visa evitar a cassação dos direitos dos candidatos, a exemplo da participação na propaganda eleitoral.

“É para que isso não seja usado de forma eleitoreira. Para que esses mandados [de prisão] não sejam cumpridos exatamente nesses 15 dias para tirar o candidato de sua campanha. Então, para permitir que o candidato possa fazer a sua propaganda eleitoral até os últimos dias de propaganda, a sua campanha, de forma plena”, complementou.

Com MaisPB