Cotado para disputar governo, Pedro Cunha Lima diz “estar pronto e motivado” para 2022

No que depender do deputado federal Pedro Cunha Lima, o PSDB poderá contar com ele em várias frentes nas disputas de eleições de 2022. Em entrevista ao programa Rede Verdade, da TV Arapuan, o parlamentar se prontificou para disputar o cargo que o partido lhe destinar no próximo ano, inclusive o de governador da Paraíba.

“Eu busco ser útil. Tenho adquirido experiência, tenho cada vez mais percebido com muita convicção o que precisa ser feito. Tenho refletido muito sobre o momento do nosso estado. Estou pronto para deixar minha contribuição. Ainda não sei ao que serei candidato, mas estou muito motivado. Tenho cada vez mais força para cumprir o papel ” afirmou no deputado.

O PSDB age nos bastidores para buscar uma alternativa a Romero Rodrigues. O ex-prefeito de Campina Grande era a aposta do ninho tucano para contrapor à reeleição do governador João Azevêdo (Cidadania). Romero, no entanto, já disse a aliados que não vai disputar o comando do Palácio da Redenção.

Correligionários de Azevêdo e Rodrigues articulam nos bastidores para formalizar a aliança entre os políticos para o pleito vindouro. Diante da provável aliança de Romero com João, a oposição discute nomes. Pedro Cunha Lima, que está há 7 anos como deputado federal, é um dos mais fortes.

Mais PB

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A partir deste sábado (19) os candidatos das eleições gerais não podem ser presos até o fim do período eleitoral. No entanto, a coordenadora da Corregedoria do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), Vanessa do Egito, esclareceu, nesta sexta-feira (18), que os políticos podem ser detidos em flagrante.

“A verdade é que, 15 dias antes das eleições e até 48 horas após, nenhum candidato ou candidata poderá ser preso. Mas, se ele for flagrado no cometimento de crime, ele vai ser preso sim. Essa aí são aqueles mandados de prisão que tem contra as pessoas. Se for contra um candidato, não poderá ser cumprido dentre esses 15 dias”, destacou a coordenadora.

A regra responsável por vedar mandados de prisão, conforme explicou Vanessa do Egito, visa evitar a cassação dos direitos dos candidatos, a exemplo da participação na propaganda eleitoral.

“É para que isso não seja usado de forma eleitoreira. Para que esses mandados [de prisão] não sejam cumpridos exatamente nesses 15 dias para tirar o candidato de sua campanha. Então, para permitir que o candidato possa fazer a sua propaganda eleitoral até os últimos dias de propaganda, a sua campanha, de forma plena”, complementou.

Com MaisPB