Bolsonaro diz que suspensão de filiação com o PL foi “combinada”

A suspensão da cerimônia de filiação do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) ao PL foi feita em comum acordo. Pelo menos isso é o que garante o próprio presidente. Em entrevista a jornalistas depois de um jantar nos Emirados Árabes Unidos neste domingo (14), onde cumpre agenda, o chefe do executivo brasileiro disse que o adiamento da filiação foi “combinado” com o próprio presidente do Partido Liberal, Valdemar Costa Neto.

A justificativa de Bolsonaro vem após o Partido Liberal emitir uma nota informando do cancelamento da filiação, que estava marcada para o próximo dia 22. Na nota, no entanto, o PL não informou o motivo do adiamento.

Mais cedo, em entrevista ao R7, Flávio Bolsonaro antecipou que a filiação de Bolsonaro ao PL ainda não estava fechada e disse que o presidente ainda iria se reunir com Valdemar Costa Neto para discutir questões importantes da aliança. Segundo Flávio, o chefe do executivo brasileiro teria exigências para fazer antes de assinar com o partido. Uma delas seria o rompimento com candidaturas da esquerda.

Metrópoles

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A partir deste sábado (19) os candidatos das eleições gerais não podem ser presos até o fim do período eleitoral. No entanto, a coordenadora da Corregedoria do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), Vanessa do Egito, esclareceu, nesta sexta-feira (18), que os políticos podem ser detidos em flagrante.

“A verdade é que, 15 dias antes das eleições e até 48 horas após, nenhum candidato ou candidata poderá ser preso. Mas, se ele for flagrado no cometimento de crime, ele vai ser preso sim. Essa aí são aqueles mandados de prisão que tem contra as pessoas. Se for contra um candidato, não poderá ser cumprido dentre esses 15 dias”, destacou a coordenadora.

A regra responsável por vedar mandados de prisão, conforme explicou Vanessa do Egito, visa evitar a cassação dos direitos dos candidatos, a exemplo da participação na propaganda eleitoral.

“É para que isso não seja usado de forma eleitoreira. Para que esses mandados [de prisão] não sejam cumpridos exatamente nesses 15 dias para tirar o candidato de sua campanha. Então, para permitir que o candidato possa fazer a sua propaganda eleitoral até os últimos dias de propaganda, a sua campanha, de forma plena”, complementou.

Com MaisPB