Sindicato prevê novo aumento no preço da gasolina em breve na Paraíba

A gasolina já está sendo encontrada a quase R$ 7 em João Pessoa, mas os aumentos não devem parar por aí. De acordo com o presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo no Estado da Paraíba (SINDIPETRO-PB), Omar Hamad, uma nova alta de preços está por vir.

“Essa é uma preocupação nacional dos donos de postos. São sucessivos aumentos. A grande maioria está represando os valores. Não tem como repassar o valor todo, pois passaria acima de 7 reais, como já se encontra em outros estados. Enquanto for dessa forma, seguindo os parâmetros internacionais, tem mais alta ainda por vir”, disse o presidente do SINDIPETRO-PB.

Omar explicou que o Sindicato não tem mais controle dos valores que são praticados, uma vez que a política de preços da Petrobras está ligada ao valor do barril do petróleo que é comercializado em dólar.

“Está muito claro para a população que é essa política de preço que atrela o dólar ao barril de petróleo. O combustível está caro no mundo inteiro, só que o poder aquisitivo do brasileiro não é compatível ao restante do países”, frisou Omar Hamad.

A última pesquisa de preços da Autarquia de Defesa e Proteção do Consumidor da Paraíba (PROCON-PB), realizada na última segunda-feira (08) e divulgada nesta quarta-feira (10) constatou que o valor da gasolina em João Pessoa está variando entre R$ 6,39 a R$ 6,92, a depender do posto e da forma de pagamento.

De Olho no Cariri

Mais PB

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A partir deste sábado (19) os candidatos das eleições gerais não podem ser presos até o fim do período eleitoral. No entanto, a coordenadora da Corregedoria do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), Vanessa do Egito, esclareceu, nesta sexta-feira (18), que os políticos podem ser detidos em flagrante.

“A verdade é que, 15 dias antes das eleições e até 48 horas após, nenhum candidato ou candidata poderá ser preso. Mas, se ele for flagrado no cometimento de crime, ele vai ser preso sim. Essa aí são aqueles mandados de prisão que tem contra as pessoas. Se for contra um candidato, não poderá ser cumprido dentre esses 15 dias”, destacou a coordenadora.

A regra responsável por vedar mandados de prisão, conforme explicou Vanessa do Egito, visa evitar a cassação dos direitos dos candidatos, a exemplo da participação na propaganda eleitoral.

“É para que isso não seja usado de forma eleitoreira. Para que esses mandados [de prisão] não sejam cumpridos exatamente nesses 15 dias para tirar o candidato de sua campanha. Então, para permitir que o candidato possa fazer a sua propaganda eleitoral até os últimos dias de propaganda, a sua campanha, de forma plena”, complementou.

Com MaisPB