Em Brasília, prefeito Éden Duarte despacha na Funasa e garante mais uma parcela para o esgotamento sanitário de Sumé

O prefeito Éden Duarte está em Brasília acompanhado da secretária de saúde Tanniery Lêla cumprindo uma vasta agenda administrativa de assuntos relacionados ao Consórcio Intermunicipal de Saúde do Cariri Ocidental (CISCO), o qual ele é presidente, bem como assuntos da gestão municipal.

Na Fundação Nacional de Saúde – FUNASA, acompanhado por assessores do Deputado Federal Wellington Roberto, Éden foi recebido pelo secretário do presidente Miguel da Silva Marques. Com ele, despachou sobre a liberação de mais uma parcela do convênio do esgotamento sanitário, já para esses próximos 15 dias.

Também voltou a cobrar recursos dos convênios de abastecimento de água das comunidades de: Pitombeira, Riachão, Lagoa da Cruz e Carnaúba e o outro da comunidade de Santo Agostinho. Dependendo agora de votação no congresso nacional.

Na pauta de discussão ainda, o convênio de substituição de casas de taipa em toda região do cariri. Um pleito aliás de todos os prefeitos que compõe o CISCO.

Sob a orientação técnica de Débora Roberto, esposa de Wellington Roberto, o prefeito Éden busca liberar dois convênios na área de educação ambiental no valor de R$ 10 milhões que também beneficiará os municípios consorciados ao CISCO.

Também hoje o prefeito participou da mobilização municipalista, coordenada pela Confederação Nacional dos Municípios, com todos os prefeitos do país.

O prefeito Éden e a secretária Tanniery retornam à Sumé nessa sexta-feira (12).

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A partir deste sábado (19) os candidatos das eleições gerais não podem ser presos até o fim do período eleitoral. No entanto, a coordenadora da Corregedoria do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), Vanessa do Egito, esclareceu, nesta sexta-feira (18), que os políticos podem ser detidos em flagrante.

“A verdade é que, 15 dias antes das eleições e até 48 horas após, nenhum candidato ou candidata poderá ser preso. Mas, se ele for flagrado no cometimento de crime, ele vai ser preso sim. Essa aí são aqueles mandados de prisão que tem contra as pessoas. Se for contra um candidato, não poderá ser cumprido dentre esses 15 dias”, destacou a coordenadora.

A regra responsável por vedar mandados de prisão, conforme explicou Vanessa do Egito, visa evitar a cassação dos direitos dos candidatos, a exemplo da participação na propaganda eleitoral.

“É para que isso não seja usado de forma eleitoreira. Para que esses mandados [de prisão] não sejam cumpridos exatamente nesses 15 dias para tirar o candidato de sua campanha. Então, para permitir que o candidato possa fazer a sua propaganda eleitoral até os últimos dias de propaganda, a sua campanha, de forma plena”, complementou.

Com MaisPB