Geraldo Medeiros discorda de ministro e se diz contrário a desobrigação de máscaras: “barreira importantíssima”

O secretário de Saúde da Paraíba, Geraldo Medeiros, participou nesta quarta-feira (10) da oficina do Ministério da Saúde sobre o programa Previne Brasil durante evento no Centro de Convenções em João Pessoa. Na ocasião, Geraldo discordou da fala do ministro Marcelo Queiroga na defesa do fim do uso de máscaras de forma gradual até o fim do ano.

“As máscaras representam uma barreira importantíssima na transmissão do vírus e, consequentemente, somos contrários a desobrigação de máscaras desde que esse é um fator que inibe a propagação do vírus”, disse Geraldo em entrevista ao programa Arapuan Verdade, da Arapuan FM.

No evento, Marcelo Queiroga também garantiu que toda população brasileira estará vacinada com duas doses contra Covid-19 até o fim deste ano e que a pasta irá avançar na aplicação da terceira dose, mas disse que não será na base da “imposição”.

“Nós dialogamos com as pessoas, esclarecemos os indivíduos e com isso vamos conseguir a adesão da população brasileira para que fiquemos protegidos para uma terceira onda. Será conseguido com a nossa palavra, com o nosso convencimento aos brasileiros, não vai ser na base da obrigação, imposição porque não é assim que os profissionais de saúde tratam os pacientes”, destacou.

A partir das 15h, a agenda do ministro segue com a visita e desenlace da fita inaugural da Unidade de Saúde da Família (USF) Alto do Céu Integrada, em Mandacaru. Na ocasião, será realizado o lançamento da campanha da Atenção Primária à Saúde.

Click PB

COMPARTILHE ESSA NOTÍCIA

Facebook
WhatsApp
Print

A partir deste sábado (19) os candidatos das eleições gerais não podem ser presos até o fim do período eleitoral. No entanto, a coordenadora da Corregedoria do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), Vanessa do Egito, esclareceu, nesta sexta-feira (18), que os políticos podem ser detidos em flagrante.

“A verdade é que, 15 dias antes das eleições e até 48 horas após, nenhum candidato ou candidata poderá ser preso. Mas, se ele for flagrado no cometimento de crime, ele vai ser preso sim. Essa aí são aqueles mandados de prisão que tem contra as pessoas. Se for contra um candidato, não poderá ser cumprido dentre esses 15 dias”, destacou a coordenadora.

A regra responsável por vedar mandados de prisão, conforme explicou Vanessa do Egito, visa evitar a cassação dos direitos dos candidatos, a exemplo da participação na propaganda eleitoral.

“É para que isso não seja usado de forma eleitoreira. Para que esses mandados [de prisão] não sejam cumpridos exatamente nesses 15 dias para tirar o candidato de sua campanha. Então, para permitir que o candidato possa fazer a sua propaganda eleitoral até os últimos dias de propaganda, a sua campanha, de forma plena”, complementou.

Com MaisPB