Marcelo Queiroga quer desobrigar o uso de máscaras até o Natal

Durante realização de uma oficina do Ministério da Saúde sobre o programa Previne Brasil, em João Pessoa, nesta quarta-feira (10), o ministro Marcelo Queiroga, destacou a atuação do país no combate à pandemia de Covid-19 e afirmou que o governo do presidente Jair Bolsonaro não vai obrigar ninguém à imunização. “É um desafio e será conseguido com a nossa palavra, não na base da obrigação e da imposição. Nós esclarecemos os indivíduos e, com isso, vamos conseguir a adesão da população brasileira para prevenir uma terceira onda”.

Queiroga afirmou que o combate à pandemia passou pela atuação da atenção primária com o avanço da vacinação. “Hoje já aplicamos uma dose de reforço nos idosos, que tomaram uma vacina no início da campanha, com menor efetividade”, disse, referindo-se à CoronaVac, sem citar o nome da vacina produzida pelo Butantan.

Em outro momento, o ministro disse que “vai trabalhar firmemente para ter um Natal sem máscaras”. “Depois vamos desmascarar os mascarados de sempre, que sempre prejudicaram o Brasil no rumo que esse país tem para ser uma grande nação”.

Ainda em sua fala no evento, o ministro destacou a importância do SUS e afirmou que há mais de trinta anos o estado brasileiro assumiu um compromisso básico da dignidade da pessoa humana e que “não se pode respeitar isso sem o direito à saúde”. “Em nenhum momento podemos abrir mão dessa grande força-tarefa de combate à pandemia de Covid-19”.

Mais PB

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A partir deste sábado (19) os candidatos das eleições gerais não podem ser presos até o fim do período eleitoral. No entanto, a coordenadora da Corregedoria do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), Vanessa do Egito, esclareceu, nesta sexta-feira (18), que os políticos podem ser detidos em flagrante.

“A verdade é que, 15 dias antes das eleições e até 48 horas após, nenhum candidato ou candidata poderá ser preso. Mas, se ele for flagrado no cometimento de crime, ele vai ser preso sim. Essa aí são aqueles mandados de prisão que tem contra as pessoas. Se for contra um candidato, não poderá ser cumprido dentre esses 15 dias”, destacou a coordenadora.

A regra responsável por vedar mandados de prisão, conforme explicou Vanessa do Egito, visa evitar a cassação dos direitos dos candidatos, a exemplo da participação na propaganda eleitoral.

“É para que isso não seja usado de forma eleitoreira. Para que esses mandados [de prisão] não sejam cumpridos exatamente nesses 15 dias para tirar o candidato de sua campanha. Então, para permitir que o candidato possa fazer a sua propaganda eleitoral até os últimos dias de propaganda, a sua campanha, de forma plena”, complementou.

Com MaisPB