Bruno descarta aliança com João Azevêdo e diz que o melhor para o grupo é lançar candidatura própria em 2022

O prefeito de Campina Grande, Bruno Cunha Lima (PSD), descartou, nesta segunda-feira (8), durante o programa Frente a Frente, da TV Arapuan, a possibilidade de vir a se unir politicamente ao governador João Azevêdo (Cidadania). Ele disse que uma coisa é a parceria institucional, e outra completamente diferente é manter uma união no campo da política.

De acordo com Bruno, é preciso existir maturidade política para permitir que adversários políticos possam manter uma convivência harmoniosa capaz de proporcionar dividendos administrativos para a população. “Na vida assim como na política, o resumo não é ganhar ou ganhar. Em nome de uma eleição não posso perder a identidade”, comentou.

Questionado sobre o futuro da oposição no estado, o gestor disse que o grupo deve apresentar uma candidatura para a disputa pelo Palácio da Redenção em 2022. “O melhor para a oposição é ter candidatura própria”, disse.

Bruno Cunha Lima também descartou alimentar uma união em torno de uma possível candidatura do senador Veneziano Vital do Rêgo ao governo do Estado. Ele lembrou que qualquer movimento neste sentido seria uma mudança muito drástica que o eleitor não iria entender.

Paraíba.com

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A partir deste sábado (19) os candidatos das eleições gerais não podem ser presos até o fim do período eleitoral. No entanto, a coordenadora da Corregedoria do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), Vanessa do Egito, esclareceu, nesta sexta-feira (18), que os políticos podem ser detidos em flagrante.

“A verdade é que, 15 dias antes das eleições e até 48 horas após, nenhum candidato ou candidata poderá ser preso. Mas, se ele for flagrado no cometimento de crime, ele vai ser preso sim. Essa aí são aqueles mandados de prisão que tem contra as pessoas. Se for contra um candidato, não poderá ser cumprido dentre esses 15 dias”, destacou a coordenadora.

A regra responsável por vedar mandados de prisão, conforme explicou Vanessa do Egito, visa evitar a cassação dos direitos dos candidatos, a exemplo da participação na propaganda eleitoral.

“É para que isso não seja usado de forma eleitoreira. Para que esses mandados [de prisão] não sejam cumpridos exatamente nesses 15 dias para tirar o candidato de sua campanha. Então, para permitir que o candidato possa fazer a sua propaganda eleitoral até os últimos dias de propaganda, a sua campanha, de forma plena”, complementou.

Com MaisPB