Kassab se reúne hoje com PSD da Paraíba e deve avaliar aliança com João Azevêdo

O presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, vai se reunir hoje com lideranças do partido no estado. O encontro definirá as estratégias para o partido e discutir a, quase consolidada, aliança entre o ex-prefeito de Campina Grande, Romero Rodrigues, e o governador João Azevêdo (Cidadania).

Além de Romero, também vão participar do encontro o ex-senador Raimundo Lira e a vereadora Eva Gouveia, que integram o diretório do partido no estado.

A parlamentar é uma das defensoras da tese de união do grupo campinense com o Palácio da Redenção. Ela destacou, inclusive, que “a presença do PSDB é importante” numa eventual composição.

“O que defendo é o diálogo de Romero com João e tenho dito isso publicamente e internamente. É, inclusive, o que converso com Kassab e com o próprio Romero. Mas não há nada de construção, e é preciso que isso seja observado. O que há é o desejo de união, de todos. Sem cobranças públicas, sem agressões, sem vaidades. Com espírito desarmado, de respeito, de respeito principalmente”, pontuou Eva Gouveia.

Mais PB / Wallison Bezerra 

COMPARTILHE ESSA NOTÍCIA

Facebook
WhatsApp
Print

A partir deste sábado (19) os candidatos das eleições gerais não podem ser presos até o fim do período eleitoral. No entanto, a coordenadora da Corregedoria do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), Vanessa do Egito, esclareceu, nesta sexta-feira (18), que os políticos podem ser detidos em flagrante.

“A verdade é que, 15 dias antes das eleições e até 48 horas após, nenhum candidato ou candidata poderá ser preso. Mas, se ele for flagrado no cometimento de crime, ele vai ser preso sim. Essa aí são aqueles mandados de prisão que tem contra as pessoas. Se for contra um candidato, não poderá ser cumprido dentre esses 15 dias”, destacou a coordenadora.

A regra responsável por vedar mandados de prisão, conforme explicou Vanessa do Egito, visa evitar a cassação dos direitos dos candidatos, a exemplo da participação na propaganda eleitoral.

“É para que isso não seja usado de forma eleitoreira. Para que esses mandados [de prisão] não sejam cumpridos exatamente nesses 15 dias para tirar o candidato de sua campanha. Então, para permitir que o candidato possa fazer a sua propaganda eleitoral até os últimos dias de propaganda, a sua campanha, de forma plena”, complementou.

Com MaisPB