Efraim Filho revela que João Azevêdo aguarda Romero aceitar convite para compor chapa em 2022

O deputado federal Efraim Filho (DEM) afirmou que João Azevêdo (Cidadania) entrou em contato com ex-prefeito de Campina Grande, Romero Rodrigues (PSD), e fez um convite para aderir ao bloco político do Governo do Estado e compor chapa nas eleições de 2022. A declaração foi dada nesta quarta-feira (27).

“Eu estive com João ontem e ele me disse que conversou com Romero para ver se a candidatura do governo fortalece com a retirada da candidatura de Romero. Vamos aguardar os próximos passos e desdobramentos para saber se Romero, após desistir da candidatura, permanece lá no grupo Cunha Lima ou se faz adesão ao nosso bloco do governador João Azevêdo”, disse.

Conforme apurou o portal, o ex-gestor teve uma reunião com membros do PSDB da Paraíba na noite desta terça-feira (26) em Brasília. No encontro, onde estiveram presentes o ex-senador Cássio Cunha Lima, os deputados federais Pedro Cunha Lima e Ruy Carneiro e os deputados estaduais Camila Toscano e Tovar Correia Lima, Romero anunciou a desistência de seguir em frente com a candidatura planejada para contrapor a João.

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A partir deste sábado (19) os candidatos das eleições gerais não podem ser presos até o fim do período eleitoral. No entanto, a coordenadora da Corregedoria do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), Vanessa do Egito, esclareceu, nesta sexta-feira (18), que os políticos podem ser detidos em flagrante.

“A verdade é que, 15 dias antes das eleições e até 48 horas após, nenhum candidato ou candidata poderá ser preso. Mas, se ele for flagrado no cometimento de crime, ele vai ser preso sim. Essa aí são aqueles mandados de prisão que tem contra as pessoas. Se for contra um candidato, não poderá ser cumprido dentre esses 15 dias”, destacou a coordenadora.

A regra responsável por vedar mandados de prisão, conforme explicou Vanessa do Egito, visa evitar a cassação dos direitos dos candidatos, a exemplo da participação na propaganda eleitoral.

“É para que isso não seja usado de forma eleitoreira. Para que esses mandados [de prisão] não sejam cumpridos exatamente nesses 15 dias para tirar o candidato de sua campanha. Então, para permitir que o candidato possa fazer a sua propaganda eleitoral até os últimos dias de propaganda, a sua campanha, de forma plena”, complementou.

Com MaisPB