Lideranças políticas do Cariri participam de encontro da ‘Frente de renovação Parlamentar’ e discutem estratégias para as eleições de 2022

Um grupo de lideranças políticas da Paraíba, intitulado de  ‘Frente de Renovação Parlamentar’ se reuniu na tarde desta última sexta-feira (22), em Campina Grande, com o objetivo de discutir estratégias partidária, com vistas às eleições do próximo ano. O evento contou com a participação de várias lideranças de diversas regiões da Paraíba, dispostas a disputar um mandato de deputado, no próximo ano.

O grupo se reuniu novamente com o objetivo de irem juntos rumo à Assembleia Legislativa nas próximas eleições. Uma das decisões tomadas em conjunto na reunião é a de que todos os integrantes disputarão as eleições pelo mesmo partido.

O grupo pretende eleger seis ou setes deputados estaduais e o mesmo trabalhar para um deputado federal, cujo nome será definido nos próximos encontros. A equipe da Frente de Renovação Parlamentar conta hoje com 35 integrantes e deve receber novas adesões em breve.

No encontro, algumas lideranças da região do Cariri estiveram presentes e se configuram como ‘peças chaves’ da Frente de renovação Parlamentar, a exemplo do O prefeito do município do Congo e suplente de deputado estadual, Dr. Romualdo Quirino, Flavinha, Ruan de Sumé – vereador, Carol Gomes – vereadora Campina Grande e o ex-prefeito de Juazeirinho, Bevilacqua Matias.

De Olho no Cariri

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A partir deste sábado (19) os candidatos das eleições gerais não podem ser presos até o fim do período eleitoral. No entanto, a coordenadora da Corregedoria do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), Vanessa do Egito, esclareceu, nesta sexta-feira (18), que os políticos podem ser detidos em flagrante.

“A verdade é que, 15 dias antes das eleições e até 48 horas após, nenhum candidato ou candidata poderá ser preso. Mas, se ele for flagrado no cometimento de crime, ele vai ser preso sim. Essa aí são aqueles mandados de prisão que tem contra as pessoas. Se for contra um candidato, não poderá ser cumprido dentre esses 15 dias”, destacou a coordenadora.

A regra responsável por vedar mandados de prisão, conforme explicou Vanessa do Egito, visa evitar a cassação dos direitos dos candidatos, a exemplo da participação na propaganda eleitoral.

“É para que isso não seja usado de forma eleitoreira. Para que esses mandados [de prisão] não sejam cumpridos exatamente nesses 15 dias para tirar o candidato de sua campanha. Então, para permitir que o candidato possa fazer a sua propaganda eleitoral até os últimos dias de propaganda, a sua campanha, de forma plena”, complementou.

Com MaisPB