Ana Cláudia Vital deixa evento do Governo em CG, e João Azevêdo questiona: “Que não seja motivo para outras atitudes”

Ana Cláudia Vital, secretária de Articulação Municipal do Governo João Azevêdo, deixou evento do Governo do Estado nesta manhã, em Campina Grande, antes do seu termino. Ela não teria sido chamada para compor a mesa do evento e teria alegado desprestígio por parte do gestor estadual.

Também nesta sexta-feira (8), em Campina Grande, políticos presentes comentaram a possibilidade de aliança de João Azevêdo com o ex-prefeito de Campina Grande Romero Rodrigues (PSD), algoz histórico do senador Veneziano Vital, marido de Ana Cláudia.

Durante anúncio de obras e investimentos em Campina Grande, João Azevêdo citou a aliança com Veneziano e seu empenho em emendas para a Rainha da Borborema.

João disse ainda que convidou Veneziano para o evento, mas ele ‘preferiu’ estar em outra agenda, segundo o Blog do Max Silva: “Eu tive a consideração de falar com o senador para que ele estivesse aqui, ele foi quem preferiu ir para a outra agenda e isso não é um problema meu”.

Ele falou ainda sobre a saída de Ana Cláudia: “Se algum secretário não coube nessa mesa, é porque as pessoas foram chegando… espero que isso não seja motivo para justificar outras atitudes”, reagiu João Azevêdo.

Wscom

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A partir deste sábado (19) os candidatos das eleições gerais não podem ser presos até o fim do período eleitoral. No entanto, a coordenadora da Corregedoria do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), Vanessa do Egito, esclareceu, nesta sexta-feira (18), que os políticos podem ser detidos em flagrante.

“A verdade é que, 15 dias antes das eleições e até 48 horas após, nenhum candidato ou candidata poderá ser preso. Mas, se ele for flagrado no cometimento de crime, ele vai ser preso sim. Essa aí são aqueles mandados de prisão que tem contra as pessoas. Se for contra um candidato, não poderá ser cumprido dentre esses 15 dias”, destacou a coordenadora.

A regra responsável por vedar mandados de prisão, conforme explicou Vanessa do Egito, visa evitar a cassação dos direitos dos candidatos, a exemplo da participação na propaganda eleitoral.

“É para que isso não seja usado de forma eleitoreira. Para que esses mandados [de prisão] não sejam cumpridos exatamente nesses 15 dias para tirar o candidato de sua campanha. Então, para permitir que o candidato possa fazer a sua propaganda eleitoral até os últimos dias de propaganda, a sua campanha, de forma plena”, complementou.

Com MaisPB