Veneziano tem encontro com Lula e cresce especulação sobre candidatura ao governo

Os bastidores da política já conheçam a desenhar os caminhos que serão seguidos em 2022, e a todo momento as especulações só crescem sobre as possíveis alianças. Na noite desta quarta-feira, 06, foi a vez do encontro entre o ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva (PT) e o senador paraibano, Veneziano Vital do Rêgo (MDB), deixar os eleitores com um pulga atrás da orelha.

Será que “Vené” é o candidato de Lula ao Governo da Paraíba? Essa é uma pergunta que não quer calar.

Eles se reuniram em um jantar na casa do ex-presidente do Senado Eunício Oliveira (MDB-CE). O evento ainda contou com a presenças de Isnaldo Bulhões, líder do partido na Câmara, e o também senador Marcelo Castro. Além de figuras importantes do partido como Edson Lobão e Lobão Filho.

Lula está em Brasília para uma série de encontros políticos. Além do jantar com emedebistas, nos últimos dias conversou com o presidente do PSD, Gilberto Kassab, do PSB, Carlos Siqueira, e do Solidariedade, Paulo Pereira da Silva. O petista é provável candidato a presidente da República no ano que vem.

Paraíba Notícias

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A partir deste sábado (19) os candidatos das eleições gerais não podem ser presos até o fim do período eleitoral. No entanto, a coordenadora da Corregedoria do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), Vanessa do Egito, esclareceu, nesta sexta-feira (18), que os políticos podem ser detidos em flagrante.

“A verdade é que, 15 dias antes das eleições e até 48 horas após, nenhum candidato ou candidata poderá ser preso. Mas, se ele for flagrado no cometimento de crime, ele vai ser preso sim. Essa aí são aqueles mandados de prisão que tem contra as pessoas. Se for contra um candidato, não poderá ser cumprido dentre esses 15 dias”, destacou a coordenadora.

A regra responsável por vedar mandados de prisão, conforme explicou Vanessa do Egito, visa evitar a cassação dos direitos dos candidatos, a exemplo da participação na propaganda eleitoral.

“É para que isso não seja usado de forma eleitoreira. Para que esses mandados [de prisão] não sejam cumpridos exatamente nesses 15 dias para tirar o candidato de sua campanha. Então, para permitir que o candidato possa fazer a sua propaganda eleitoral até os últimos dias de propaganda, a sua campanha, de forma plena”, complementou.

Com MaisPB