Fusão entre DEM e PSL: União Brasil é criado e Efraim Filho será o primeiro secretário do partido

Confirmado: O Democratas e o PSL oficializaram na manhã desta quarta-feira (6) a fusão de ambos os partidos que, a partir de agora se chamam ‘União Brasil’ que já nasce contabilizando um total de 81 deputados federais, sete senadores e a capacidade de abocanhar R$ 160 milhões do Fundo Partidário. Efraim Filho será o primeiro secretário

A fusão trata-se de um movimento estratégico com vistas às Eleições 2022 para o lançamento de um nome que represente uma terceira via alternativa ao do atual presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e o do ex-presidente Lula (PT) na corrida presidencial do próximo pleito.

A decisão foi formalizada numa convenção nacional realizada no Centro de Convenções Ulisses Guimarães, em Brasília e, na ocasião, o União, já se posicionou como sendo um partido “social liberalista” e contra os extremismos.

A partir de agora, serão providenciadas o cumprimento de burocracias que compõe as diretrizes e regulamentos da nova sigla para, em seguida, haver a escolha da Comissão Executiva Nacional Instituidora que promoverá o registro junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

O União Brasil terá Luciano Bivar, agora ex-PSL, como presidente nacional do partido. https://outline.com/tfF42K

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A partir deste sábado (19) os candidatos das eleições gerais não podem ser presos até o fim do período eleitoral. No entanto, a coordenadora da Corregedoria do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), Vanessa do Egito, esclareceu, nesta sexta-feira (18), que os políticos podem ser detidos em flagrante.

“A verdade é que, 15 dias antes das eleições e até 48 horas após, nenhum candidato ou candidata poderá ser preso. Mas, se ele for flagrado no cometimento de crime, ele vai ser preso sim. Essa aí são aqueles mandados de prisão que tem contra as pessoas. Se for contra um candidato, não poderá ser cumprido dentre esses 15 dias”, destacou a coordenadora.

A regra responsável por vedar mandados de prisão, conforme explicou Vanessa do Egito, visa evitar a cassação dos direitos dos candidatos, a exemplo da participação na propaganda eleitoral.

“É para que isso não seja usado de forma eleitoreira. Para que esses mandados [de prisão] não sejam cumpridos exatamente nesses 15 dias para tirar o candidato de sua campanha. Então, para permitir que o candidato possa fazer a sua propaganda eleitoral até os últimos dias de propaganda, a sua campanha, de forma plena”, complementou.

Com MaisPB