Método Pesquisa e Consultoria aponta Maranhão com 32,7%, Lucélio 17,5% e Azevêdo 14,6% das intenções de voto

Pesquisa de intenção de voto estimulada para o Governo da Paraíba, nas eleições deste ano, realizada pela Método Pesquisa e Consultoria e contratada pelo Jornal CORREIO da Paraíba, revela a liderança do candidato da Coligação ‘Porque o Povo Quer’, José Maranhão (MDB), com 32,7% das intenções de voto. A pesquisa foi realizada entre os dias 28 de agosto e 1º de setembro e registrada no Tribunal Superior Eleitoral com o número PB-03418/2018.

Em segundo lugar, aparece o candidato da Coligação ‘Força da Esperança’, Lucélio Cartaxo (PV), com 17,5%, seguido de João Azevedo (PSB) da Coligação ‘A Força do Trabalho’ com 14,6%. Tárcio Teixeira do Psol aparece com 1,1% e Rama Dantas, PSTU, com 0,4% das intenções de voto. Indecisos somaram 15,6% e brancos/nulos, 18,1%.

A pesquisa quantitativa foi realizada em 60 municípios da Paraíba, de 28 a 31 de agosto de 2018, sendo aplicados 1.100 questionários no Estado. A margem de erro é de 3%, com intervalo de confiança de 95%. O primeiro turno das Eleições 2018 será realizado dia 7 de outubro deste ano.

Com Portal Correio

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O Ministério da Justiça e Segurança Pública demitiu o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro do cargo de escrivão da Polícia Federal, por abandono de cargo. 

A decisão, publicada na edição desta segunda-feira (21) do Diário Oficial da União, tem como base processo administrativo disciplinar que concluiu pela ocorrência de faltas injustificadas por período superior a 30 dias consecutivos.

Segundo a portaria, a demissão teve por base a Lei nº 15.047, de 2024, que prevê a penalidade para casos de abandono de cargo. 

Eduardo Bolsonaro integrava o quadro de pessoal da Polícia Federal e estava afastado da função para exercer mandato eletivo na Câmara dos Deputados.

Perda do Mandato

Eduardo Bolsonaro deixou o Brasil em março de 2025 para morar nos Estados Unidos. Eleito deputado federal por São Paulo pela primeira vez em 2014, Eduardo teve o último mandato cassado em dezembro de 2025 por ausência em sessões deliberativas da Câmara.

Após a cassação, a Polícia Federal publicou ato declarando o fim do afastamento para exercício de mandato eletivo, com efeitos retroativos a 19 de dezembro de 2025, e determinou seu retorno imediato às atividades como escrivão.

Atuação nos EUA

Além do processo administrativo que resultou em sua demissão da Polícia Federal, Eduardo Bolsonaro responde a ações judiciais relacionadas à atuação política no exterior. Entre as medidas, estão as tarifas sobre produtos brasileiros, a revogação de vistos de autoridades brasileiras e a aplicação de sanções econômicas previstas na Lei Magnitsky. 

Segundo o STF, as iniciativas buscavam pressionar instituições brasileiras e interferir no andamento das investigações e processos judiciais.

Em setembro de 2026, a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) condenou o ex-deputado a quatro anos e dois meses de prisão, em regime semiaberto, pelo crime de coação no curso do processo. A Primeira Turma rejeitou por unanimidade recurso do ex-deputado no dia 18 de setembro.

O placar da votação foi de 4 votos a 0. 

Na mesma decisão, o colegiado determinou a inelegibilidade de Eduardo Bolsonaro por oito anos e a perda do cargo de escrivão da Polícia Federal.

Por unanimidade, os ministros acompanharam o entendimento da Procuradoria-Geral da República (PGR) de que o ex-parlamentar atuou para estimular sanções e medidas adotadas pelos Estados Unidos contra o Brasil com o objetivo de influenciar o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro no processo que apura a tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022.

Agência Brasil