Boqueirão tem primeira morte de paciente com Covid-19

A prefeitura de Boqueirão através da Secretaria Municipal de Saúde confirmou no neste domingo(26), o primeiro óbito pelo Covid-19 (novo coronavírus) no município.

O paciente veio a óbito no início da noite deste domingo e estava internado Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) de Campina Grande.

O homem recentemente testou positivo para o coronavírus e veio a óbito após o seu quadro clínico piorar. Ele possuía outras comorbidades.

A Prefeitura de Boqueirão, através de sua página oficial lamentou o acontecido. A equipe da UPA ficou responsabilizada de informar a família e as devidas orientações para o sepultamento.

De Olho no Cariri

Foto: Egberto Araújo

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A edição de outubro do boletim Painel El Niño 2026-2027, divulgado nesta sexta-feira (30), revelou que o fenômeno deve aumentar os desafios relacionados à segurança hídrica e a agricultura no Nordeste nos próximos meses.

O documento foi elaborado pelo INMET, INPE, ANA e CEMADEN. O estudo aponta para a possibilidade de chuvas abaixo da média e temperaturas acima do normal em parte da região entre novembro deste ano e janeiro de 2027.

De acordo com o levantamento, o Nordeste concentra atualmente a situação de seca mais grave do Brasil. Entre agosto e setembro, a área regional classificada com seca grave passou de 16% para 28%, com impactos que vão desde a escassez de água até prejuízos à agricultura familiar.

Paraíba

A Paraíba possui municípios classificados nos níveis de Atenção e Observação do Alerta de Seca na Agricultura Familiar, indicando a necessidade de acompanhamento das condições climáticas e dos possíveis impactos sobre as comunidades rurais.

Segundo o CEMADEN, o impacto na agricultura paraibana deve afetar o plantio de feijão e milho.

A previsão climática também preocupa o setor produtivo. No semiárido nordestino, a expectativa de chuvas abaixo da média pode reduzir a disponibilidade de água para os rebanhos, diminuir a oferta de pastagem e aumentar a necessidade de irrigação.

O fenômeno El Niño foi identificado em junho deste ano e deve alcançar intensidade muito forte entre novembro de 2026 e janeiro de 2027. A previsão é de que seus efeitos continuem influenciando o clima brasileiro pelo menos até o primeiro trimestre de 2027.

Com Portal Correio