Vereadora Marciana Dantas é eleita presidente da Câmara Municipal da Prata

A vereadora Marciana Dantas foi eleita, na manhã desta quarta-feira (21), a nova presidente da Câmara Municipal da Prata, na Paraíba. A eleição ocorreu após a vacância deixada com a perda do então presidente, vereador Pedro Estevão, vítima de um acidente automobilístico.

Marciana assume o cargo para completar o biênio 2025/2026, e exercerá a presidência até o fim de 2026. Ela obteve ampla maioria dos votos, sendo eleita com o apoio de oito dos nove vereadores presentes. Houve apenas uma abstenção.

Durante seu discurso de posse, Marciana falou com emoção sobre o desafio de dar continuidade à gestão iniciada por Pedro Estevão. “Assumo este cargo com o coração apertado pela perda de nosso querido Pedro, mas com a firmeza necessária para dar continuidade ao trabalho que ele vinha realizando com tanta dedicação. Agradeço a confiança dos colegas parlamentares e me comprometo a honrar cada voto com muito trabalho, seriedade e respeito ao povo da Prata”, declarou.

A nova presidente reforçou ainda que sua gestão será pautada pelo diálogo, responsabilidade e compromisso com os interesses da população.

De Olho no Cariri

Com Política Parahyba

COMPARTILHE ESSA NOTÍCIA

Facebook
WhatsApp
Print

Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso nesta quinta-feira (3), em Serra Branca, no Cariri paraibano, suspeito de envolvimento em um caso de tortura, sequestro e lesões corporais praticados em um contexto de violência motivada por homofobia. A prisão ocorreu após investigações da Polícia Civil.

Segundo a corporação, os crimes aconteceram em fevereiro de 2020. Na ocasião, um professor, que tinha 45 anos à época, teria sido retirado à força de sua própria residência e levado contra a vontade para uma região rural do município.

Ainda conforme as investigações, a vítima foi submetida a intenso sofrimento físico e psicológico por quatro homens. Os suspeitos teriam utilizado agressões e outras formas de violência relacionadas à discriminação por sua orientação sexual.

As agressões provocaram ferimentos que fizeram com que o professor precisasse receber atendimento hospitalar e passar por um procedimento cirúrgico.

A Polícia Civil apurou ainda que o crime teria sido planejado como uma forma de represália depois da divulgação, nas redes sociais, de um vídeo relacionado à vida íntima da vítima.

A possível motivação discriminatória foi considerada durante a investigação e poderá ser levada em conta na responsabilização penal, conforme a análise dos elementos reunidos no procedimento.

Após a prisão, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde foram realizados os procedimentos legais. Em seguida, ele ficará à disposição da Justiça.

As investigações continuam. A identidade da vítima e outras informações relacionadas ao caso permanecem preservadas em razão do sigilo do procedimento.

De Olho no Cariri