Vereador Marcos Henriques apoia fala de Lula e reforça: “satanás botou Bolsonaro e Deus botou Lula”

O vereador de João Pessoa, Marcos Henriques (PT) reforçou a fala de Lula sobre o papel divino nas águas da transposição e afirmou que Deus colocou Lula no poder e o Satanás, Bolsonaro.

Ao discursar no plenário, Marcos Henriques afirmou: “Jesus Cristo coloca aquelas pessoas que vão poder lutar por aqueles que mais precisam. Satanás botou Bolsonaro e Deus botou Lula”.

O presidente Lula (PT) afirmou em evento ontem que Deus deixou o sertão sem água porque sabia que ele seria presidente do Brasil.

“Eu, graças a Deus, descobri uma coisa: Deus deixou o sertão sem água, porque ele sabia que eu seria presidente da República e que eu ia trazer água para cá”, disse Lula. A fala foi durante cerimônia de entrega do 1º Trecho do Ramal do Apodi, na Barragem Redondo, próximo à Cachoeira dos Índios, no sertão da Paraíba.

Com ClickPB

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Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso nesta quinta-feira (3), em Serra Branca, no Cariri paraibano, suspeito de envolvimento em um caso de tortura, sequestro e lesões corporais praticados em um contexto de violência motivada por homofobia. A prisão ocorreu após investigações da Polícia Civil.

Segundo a corporação, os crimes aconteceram em fevereiro de 2020. Na ocasião, um professor, que tinha 45 anos à época, teria sido retirado à força de sua própria residência e levado contra a vontade para uma região rural do município.

Ainda conforme as investigações, a vítima foi submetida a intenso sofrimento físico e psicológico por quatro homens. Os suspeitos teriam utilizado agressões e outras formas de violência relacionadas à discriminação por sua orientação sexual.

As agressões provocaram ferimentos que fizeram com que o professor precisasse receber atendimento hospitalar e passar por um procedimento cirúrgico.

A Polícia Civil apurou ainda que o crime teria sido planejado como uma forma de represália depois da divulgação, nas redes sociais, de um vídeo relacionado à vida íntima da vítima.

A possível motivação discriminatória foi considerada durante a investigação e poderá ser levada em conta na responsabilização penal, conforme a análise dos elementos reunidos no procedimento.

Após a prisão, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde foram realizados os procedimentos legais. Em seguida, ele ficará à disposição da Justiça.

As investigações continuam. A identidade da vítima e outras informações relacionadas ao caso permanecem preservadas em razão do sigilo do procedimento.

De Olho no Cariri