Senador muda domicílio eleitoral para concorrer a prefeitura de João Pessoa

Ao que parece o cenário para as eleições municipais de 2020 já está se montando. E acaba de contar um novo personagem.

O senador petista Lindenberg Farias está de malas prontas para transferir seu domicílio eleitoral para João Pessoa.

Segundo informações de bastidores o senador pelo Rio de Janeiro já conta com uma base familiar de apoio no estado e já estaria contando com o apoio político local.

Luiz Lindbergh Farias Filho ganhou fama como líder estudantil. Em 1992, obteve destaque no cenário nacional quando, enquanto presidente da União Nacional dos Estudantes, tornou-se um dos principais líderes do movimento estudantil dos caras-pintadas contra o então presidente Fernando Collor de Mello (com quem, após se tornar político, se aliou. Lindbergh cursou medicina e direito, mas nunca chegou a concluir nenhuma graduação.

Após sair do movimento estudantil, foi eleito deputado federal por dois mandatos. Também foi eleito e reeleito prefeito do município de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. Em 2010, elegeu-se senador pelo Rio de Janeiro.

Em 2014, concorreu ao governo do Rio de Janeiro pelo PT, ficando em quarto lugar, com dez por cento dos votos válidos. Em 2018, tentou a reeleição ao Senado mas ficou em quarto lugar e não foi eleito.

Com Polêmica PB

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1