São João do Tigre é o primeiro município a registrar candidatura na 29ª zona eleitoral

O primeiro registro de candidatura para as Eleições Municipais de 2024, na comarca de Monteiro, foi recebido pela 29ª Zona Eleitoral, nesta quinta-feira (01).

A cidade de São João do Tigre, no cariri paraibano, é o primeiro município a registrar candidaturas. Este é um marco importante para a cidade, destacando-se na organização e rapidez no processo eleitoral.

A coligação TRABALHO, LIBERDADE E INOVAÇÃO, composta pelos partidos REPUBLICANOS, MDB, PSB, UNIÃO, PSD, PP, PSDB/CIDADANIA, oficializou a candidatura de Márcio Leite e Aucilene Duarte Tutu à prefeitura de São João do Tigre, respectivamente aos cargos de prefeito e vice-prefeita nas eleições municipais de 2024. Essa foi a primeira na comarca da cidade de Monteiro, que compõe a 29ª zona eleitoral.

Os partidos, coligações e federações têm até o dia 15 deste mês para apresentarem o requerimento de registro de candidaturas coletivo a prefeito/vice e vereador(a).

De Olho no Cariri

COMPARTILHE ESSA NOTÍCIA

Facebook
WhatsApp
Print

Jornalista Jacqueline Oliveira revisitou o túmulo do pequeno Éverton, assassinado em 2015 em um caso que provocou revolta e comoção em toda a região.

Uma história marcada pela crueldade, pela dor e pela indignação voltou a despertar emoção no Cariri paraibano. Onze anos após o assassinato do pequeno Éverton, de apenas 5 anos, no município de Sumé, a jornalista Jacqueline Oliveira produziu um vídeo emocionante ao visitar o local onde a criança foi sepultada.

O crime, ocorrido em outubro de 2015, chocou toda a Paraíba pela brutalidade. Na época, investigações da Polícia Civil apontaram o envolvimento de pessoas próximas à vítima, incluindo a própria mãe, o padrasto e outros suspeitos. Um homem conhecido como Pai Etin chegou a ser preso e, segundo a polícia, apresentou um relato sobre as circunstâncias do assassinato, que teria ocorrido durante um suposto ritual.

A repercussão do caso provocou forte comoção popular e deixou marcas profundas na memória dos moradores de Sumé e de toda a região.

Agora, mais de uma década depois, Jacqueline Oliveira resgata essa história ao mostrar a sepultura do menino, em uma narrativa que mistura saudade, indignação e reflexão sobre a violência contra crianças.

O vídeo também reforça a necessidade de proteger a infância e de manter viva a responsabilidade coletiva de combater qualquer forma de violência.

Onze anos se passaram, mas a história de Éverton continua sendo uma ferida na memória do Cariri. Uma criança que teve a vida interrompida de maneira cruel e cuja lembrança jamais deve ser esquecida.

De Olho no Cariri