Presidente Carlos Lupi confirma saída do PDT da base política de Lucas Ribeiro, após anúncio de Lígia como vice

O PDT (Partido Democrático Trabalhista) anunciou, nesta quarta-feira (12), que não faz mais parte da base de apoio do governador Lucas Ribeiro (PP), pré-candidato à reeleição. O anúncio foi feito pelo presidente nacional da sigla, Carlos Lupi, em entrevista à CBN.

Segundo Carlos Lupi, a decisão ocorreu após o governo estadual definir os nomes para a chapa sem diálogo prévio com o partido.

“Em nenhum momento foi discutido, foi colocado o nome da Dra. Lígia como candidata em nenhuma reunião. Eles fizeram essa opção e, ao fazê-la, fizeram a opção de não querer o PDT”, desabafou o dirigente.

Lupi também rejeitou a avaliação de que o PDT teria decidido abandonar o governo por iniciativa própria.

“Na verdade, eles que romperam com a gente quando simplesmente ignoraram um nome que, no meu ponto de vista e de toda a classe política, era o mais leve e com futuro mais promissor: o de Rafaela”, afirmou.

Com o afastamento da base governista, o PDT passou a discutir alternativas para as eleições de 2026. Entre os cenários estão o lançamento de candidatura própria ao Governo da Paraíba ou o apoio ao prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena (MDB).

DE OLHO NO CARIRI

Com BlogdoPoderPB

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O Supremo Tribunal Federal (STF) divulgou há pouco o rito que será adotado durante a sessão desta terça-feira (15), que vai analisar o relatório da Polícia Federal sobre as conversas entre o ministro Alexandre de Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro.

De acordo com o procedimento definido pelo presidente do STF, ministro Edson Fachin, a sessão será aberta às 10h.

Em seguida, a secretária da sessão fará a leitura da ata da sessão anterior da Corte, e Fachin vai realizar as saudações de praxe a todos os ministros.

O ministro chamará o processo para julgamento e passará a palavra ao ministro André Mendonça, que fará a leitura do relatório. O caso chegou a Fachin após Mendonça, relator do Caso Master, informar sobre possíveis conversas entre Moraes e Daniel Vorcaro.

Depois, a palavra será dada à Procuradoria-Geral da República (PGR). Após a manifestação da procuradoria, a votação será iniciada.

O STF não confirmou se Alexandre de Moraes poderá participar da sessão.

O plenário também é composto pelos ministros Cristiano Zanin, Flávio Dino, Nunes Marques, Luiz Fux, Cármen Lúcia e Gilmar Mendes.

A participação de Dias Toffoli também não está confirmada. No início deste ano, Toffoli se declarou impedido de participar de julgamentos sobre o caso Master após a imprensa revelar que o ministro é dono de um resort que foi comprado por um fundo de investimentos ligado ao banco.

Mais cedo, o STF confirmou que a sessão da Corte terá transmissão ao vivo pela TV Justiça e pela internet. 

Agência Brasil