Prefeito de Ouro Velho destaca unidade do grupo político e apresenta chapa majoritária e proporcional que terá seu apoio nas eleições

O prefeito de Ouro Velho, Dr. Júnior, participou nesta semana, em João Pessoa, de um café da manhã promovido pelo deputado estadual Wilson Filho, em um encontro que reuniu importantes lideranças políticas da Paraíba e marcou a apresentação da chapa que disputará as eleições de 2026 no estado.

Ao lado da vice-prefeita Natália Lira, o gestor esteve acompanhado do governador Lucas Ribeiro, do ex-governador e pré-candidato ao Senado João Azevêdo, do pré-candidato ao Senado Nabor Wanderley, do deputado federal Wilson Santiago e do deputado estadual Wilson Filho, reforçando o alinhamento político do grupo e a construção de um projeto voltado ao fortalecimento da Paraíba e dos municípios do interior.

Durante o encontro, Dr. Júnior destacou a força e a unidade do grupo político, apresentando a composição da chapa majoritária e proporcional que contará com seu apoio no pleito de 2026.

“Nosso time está formado. É o time do trabalho, da experiência e do compromisso com a Paraíba e com os municípios. Ao lado do governador Lucas Ribeiro, de João Azevêdo e Nabor Wanderley para o Senado, do deputado federal Wilson Santiago e do deputado estadual Wilson Filho, apresentamos uma chapa forte, preparada e comprometida em continuar fazendo a Paraíba avançar”, destacou Dr. Júnior.

O prefeito ressaltou ainda que a união do grupo será fundamental para ampliar investimentos e assegurar novas obras, ações e políticas públicas para os municípios paraibanos.

“É através da parceria, do diálogo e da união que conseguimos abrir portas, fortalecer os municípios e garantir resultados para a população. Seguimos firmes e unidos, porque quem ganha com isso é o povo paraibano”, afirmou.

Dr. Júnior também destacou a importância do alinhamento institucional entre os municípios, o Governo do Estado, a bancada federal e a Assembleia Legislativa para garantir a continuidade do desenvolvimento da Paraíba.

O encontro em João Pessoa serviu para consolidar alianças, fortalecer a base governista e reafirmar o compromisso das lideranças com um projeto político voltado para o crescimento do estado e para a melhoria da qualidade de vida da população.

“Seguimos juntos, com um time preparado, experiente e comprometido em fazer cada vez mais pela nossa gente e pelo futuro da Paraíba”, concluiu o prefeito.

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A Polícia Civil da Paraíba, por meio do Grupo Tático Especial (GTE) da 23ª Delegacia Seccional de Polícia Civil (DSPC), deflagrou, nesse domingo (11), a Operação Oplotheke, com o cumprimento de mandado de busca e apreensão no município de Soledade.

A ação faz parte de uma investigação sobre a destinação do acervo de armas de fogo de um atirador desportivo, caçador e colecionador (CAC) falecido recentemente.

De acordo com as investigações, o filho do falecido, um advogado que reside no município, mantinha armas e munições sob sua guarda sem a devida comunicação do óbito aos órgãos competentes ou a adoção das providências legais para a destinação do armamento.

Durante as buscas na residência do investigado, os policiais civis apreenderam duas espingardas, sendo uma calibre 12, registrada em nome do falecido; e outra com a numeração suprimida. Também foram encontradas diversas munições de uso restrito, incluindo calibres 762, 9 mm, .357 Magnum e .45 ACP, além de munições de calibres .380, 12 e .22 e insumos para recarga.

Dos aproximadamente dez armamentos cadastrados em nome do falecido junto à Polícia Federal, apenas uma arma foi localizada durante a ação. O paradeiro das demais armas e a origem das munições apreendidas seguem sob investigação.

O advogado foi preso em flagrante por posse irregular de arma de fogo com numeração suprimida e munições de uso restrito. Em razão da condição profissional, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) foi formalmente comunicada para acompanhar o procedimento, assegurando as prerrogativas legais da advocacia. Diante das circunstâncias da ocorrência, não foi arbitrada fiança na esfera policial.

O nome da operação, Oplotheke, tem origem grega e remete à ideia de depósito ou arsenal de armas, em referência ao conjunto de armamentos e munições mantido irregularmente e apreendido durante a ação policial.

Acervo de armas de fogo de CAC

O administrador da herança ou inventariante tem o prazo de 90 dias para comunicar o óbito do CAC (Caçadores, Atiradores e Colecionadores) à Polícia Federal ou ao Exército Brasileiro. 

A arma deve permanecer sob a guarda do administrador ou curador em um local seguro, mas ela não pode ser usada ou portada por herdeiros sem a devida regularização. Manter arma registrada em nome de falecido sem processo sucessório é crime (Art. 12 do Estatuto do Desarmamento, conforme entendimento do STJ).

De Olho no Cariri

Com ClickPB