Prazo para solicitar voto em trânsito começou nesta segunda-feira (20)


Eleitores que estiverem fora do domicílio eleitoral no dia das eleições poderão solicitar, a partir desta segunda-feira (20), a transferência temporária do local de votação para votar em trânsito. O prazo segue até o dia 20 de agosto.

O pedido pode ser feito pelo Autoatendimento Eleitoral ou presencialmente em qualquer cartório eleitoral. O voto em trânsito é permitido para municípios que sejam capitais ou tenham mais de 100 mil eleitores.

Quando a transferência ocorre dentro do mesmo estado, o eleitor poderá votar em todos os cargos. Já em outro estado, será possível votar apenas para presidente da República.

Além das pessoas em trânsito no território nacional, a legislação eleitoral prevê a possibilidade de transferência temporária do local de votação para outros grupos. Entre eles, estão pessoas presas provisoriamente, adolescentes em unidades de internação, militares e agentes de segurança pública que estiverem em serviço no dia das eleições, pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida, indígenas, quilombolas, integrantes de comunidades tradicionais, residentes de assentamentos rurais, integrantes da Justiça Eleitoral e do Ministério Público Eleitoral em serviço, além de pessoas em situação de rua.

Nos casos de presas e presos provisórios, adolescentes em unidades de internação, militares, agentes de segurança pública e integrantes da Justiça Eleitoral, a solicitação será feita pelos órgãos responsáveis, que deverão encaminhar os formulários ou as listagens com os nomes das eleitoras e eleitores aptos à habilitação.

Já mesários, pessoas convocadas para apoio logístico e profissionais que atuarão nas eleições terão até 28 de agosto para solicitar a alteração temporária do local de votação.

O voto em trânsito não é permitido para eleitores com domicílio eleitoral no Brasil que estiverem viajando para o exterior.

Com MaisPB

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Presidente da Câmara dos Deputados e candidato à reeleição como deputado, Hugo Motta (Republicanos) declarou apoio à candidatura do presidente Luiz Inácio Lula da Silva nas eleições desse ano. Motta confirmou sua posição em entrevista na Paraíba nesta segunda-feira (10).

A fala de Hugo Motta aconteceu na posse da advogada Giovanna Mayer como desembargadora do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB).

“Iremos declarar esse apoio ao presidente, porque é o presidente que converge com aquilo que pensamos ser o melhor para o país, então eu estava aguardando a posição do partido para que pudesse trazer de público a nossa posição, e a nossa posição está sendo aqui revelada em primeira mão, de apoio ao presidente Lula em seu projeto de reeleição”, disse.

O presidente da Câmara Federal disse que como o partido dele, o Republicanos, declarou neutralidade à nível nacional na disputa eleitoral da Presidência da República, isso possibilitou o apoio a campanha de Lula.

“Eu estava aguardando o meu partido se posicionar. O Republicanos, em nível nacional, declarou a posição de neutralidade, ou seja, liberando os diretórios estaduais e os seus membros para apoiar ali a candidatura nacional, quem entender ser a candidatura melhor para o país”, disse.

Decisão do Republicanos

O Partido Republicanos anunciou no dia 4 de agosto que iria adotar uma posição de neutralidade na disputa pela Presidência da República nas eleições deste ano.

A decisão foi formalizada na convenção do partido em Brasília e, segundo o presidente da legenda, é um entendimento firmado após a diretoria nacional ouvir a posição de escritórios da legenda em todo o país.

A decisão do Republicanos segue o mesmo posicionamento da federação União Progressistas.

Em nota emitida à época, o partido afirmou que a deliberação foi construída de forma coletiva e levou em consideração o crescimento da legenda nos estados, além das diferentes realidades políticas e alianças regionais formadas ao longo dos últimos anos.

“A posição de independência na disputa presidencial não representa ausência de princípios nem de posicionamento político”, afirmou o Republicanos. Segundo a sigla, a decisão busca preservar a autonomia das lideranças estaduais e a unidade partidária.