Nome do presidente da Câmara de Taperoá ganha força como pré-candidato a prefeito em 2020

Em ano pré-eleitoral, crescem as especulações para candidaturas as Eleições Municipais de 2020. Em Taperoá, um nome do grupo governista vem ganhando força, seja pelo seu desempenho a frente do legislativo da cidade, seja pela proximidade e confiança com o prefeito Jurandi Gouveia.

O nome do presidente da Câmara de Taperoá, Birino Brito, vem ganhando força no grupo governista e segundo fontes ouvidas pelo portal De Olho no Cariri conta com a simpatia do gestor, que será peça chave na definição do candidato de seu grupo.

Eficiente e organizado na presidência do legislativo taperoaense e com um jeito simples junto à população, o nome de Birino vem ganhando força entre alguns aliados de Jurandi.

O líder não confirma pré-candidatura, mas disse em última entrevista à Serra Branca FM que seu nome está a disposição do grupo para qualquer escalação que favoreça a continuidade do desenvolvimento de Taperoá.

De Olho no Cariri

COMPARTILHE ESSA NOTÍCIA

Facebook
WhatsApp
Print

O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1