Michel Henrique admite possibilidade de sua mãe, Edna Henrique, disputar a prefeitura de Monteiro em 2024

As próximas eleições acontecerão em 2024, mas os bastidores da política em alguns municípios já iniciaram os burburinhos e informações com relação aos possíveis candidatos que possam disputarem o próximo pleito.

Maior cidade do Cariri paraibano, em Monteiro, não é diferente, e uma declaração dada pelo deputado estadual, Michel Henrique (Republicanos), agitou os bastidores da política monteirense.

Em entrevista ao repórter Fernando Braz, do programa Arapuan Verdade, da Rádio Arapuan FM, o deputado admitiu, nesta terça-feira (14), a possibilidade da ex-deputada Edna Henrique disputar a prefeitura de Monteiro nas eleições de 2024. Segundo ele, Edna está à disposição para qualquer missão e se o grupo entender que o nome dela é o que mais soma, ela enfrentará a disputa.

Michel disse que foi em Monteiro que tudo começou através do legado deixado por seu pai, ex-deputado João Henrique (in memoriam), e também por sua mãe, que foi gestora da cidade. De acordo com o parlamentar, o objetivo é reunir todo o grupo político e as lideranças que os apoiam para ouvi-los e decidir o melhor nome.

O jovem parlamentar que recentemente logrou êxito nas eleições à ALPB, destacou que o nome da sua mãe está a inteira disposição para representar o grupo, caso o nome dela seja ratificado como o melhor na disputa.

De Olho no Cariri

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O Supremo Tribunal Federal (STF) divulgou há pouco o rito que será adotado durante a sessão desta terça-feira (15), que vai analisar o relatório da Polícia Federal sobre as conversas entre o ministro Alexandre de Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro.

De acordo com o procedimento definido pelo presidente do STF, ministro Edson Fachin, a sessão será aberta às 10h.

Em seguida, a secretária da sessão fará a leitura da ata da sessão anterior da Corte, e Fachin vai realizar as saudações de praxe a todos os ministros.

O ministro chamará o processo para julgamento e passará a palavra ao ministro André Mendonça, que fará a leitura do relatório. O caso chegou a Fachin após Mendonça, relator do Caso Master, informar sobre possíveis conversas entre Moraes e Daniel Vorcaro.

Depois, a palavra será dada à Procuradoria-Geral da República (PGR). Após a manifestação da procuradoria, a votação será iniciada.

O STF não confirmou se Alexandre de Moraes poderá participar da sessão.

O plenário também é composto pelos ministros Cristiano Zanin, Flávio Dino, Nunes Marques, Luiz Fux, Cármen Lúcia e Gilmar Mendes.

A participação de Dias Toffoli também não está confirmada. No início deste ano, Toffoli se declarou impedido de participar de julgamentos sobre o caso Master após a imprensa revelar que o ministro é dono de um resort que foi comprado por um fundo de investimentos ligado ao banco.

Mais cedo, o STF confirmou que a sessão da Corte terá transmissão ao vivo pela TV Justiça e pela internet. 

Agência Brasil