Com ausência de 4 vereadores, Câmara elege Maria Elizete como nova presidente do Legislativo de Gurjão

Apenas cinco dos nove vereadores da Câmara de Gurjão compareceram à nova eleição para a Mesa Diretora do Legislativo no biênio 2019/2020. Apesar de todos terem sido notificados, os quatro vereadores que tentaram eleger Robson Cordeiro para a presidência do Legislativo de Gurjão se abstiveram e não foram à Câmara no horário marcado para a realização do pleito.

O resultado foi o esperado pelo grupo majoritário no Legislativo. Enfim, a maioria da Câmara, os cinco vereadores da base governista, conseguiram vencer os outros quatro parlamentares e a vereadora Maria Elizete foi eleita para presidir a Casa nos próximos dois anos.

A eleição ocorreu na manhã desta sexta-feira (04/01) e a Mesa Diretora da Câmara de Gurjão ficou assim distribuída:

Maria Elizete – Presidente

Marcelo Farias- Vice Presidente

1ª Secretária- Niselma Martins

2° Secretário – Diogo Coutinho

Após a eleição, os vereadores usaram a tribuna para lamentar a manobra feita pelo ex-presidente Adailson Queiroz e apoiada por vereadores de oposição e destacaram que felizmente venceu a democracia e a vontade da maioria dos vereadores que compõe a Câmara.

A vitória da nova Mesa Diretora contou com o aval e apoio do prefeito Ronaldo Queiroz.

De Olho no Cariri
Fotos: Felipe Diniz

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1