Manoel Ludgério reassume mandato na ALPB e desmente atritos entre Romero e Bruno na disputa pela PMCG

Manoel Ludgério (PSDB), primeiro suplente de deputado estadual, retomou seu mandato na Assembleia Legislativa da Paraíba nesta terça-feira (11) devido à licença do deputado Fábio Ramalho (PSDB) e, à imprensa, falou dos bastidores da política municipal, sobretudo na Rainha da Borborema, seu reduto eleitoral.

Quando questionado sobre a disputa eleitoral em Campina Grande, Ludgério declarou ser amigo pessoal do deputado federal Romero Rodrigues (Podemos) com quem mantém conversas semanais, mas que, nestas conversas,  nunca houve qualquer indicação de que Romero tenha intenção de concorrer à prefeitura de Campina Grande contra o atual prefeito Bruno Cunha Lima (União Brasil).

“Eu desconheço a crise e vou dizer de forma muito sincera, quando converso com Romero, ele nunca me manifestou a intenção de disputar a eleição de prefeito em CG, sou muito amigo dele, converso com ele toda semana, ele mora em Campina e a gente sempre conversa. Até hoje ele nunca me disse que seria candidato a prefeito” pontuou.

Manoel Ludgério também disse desconhecer a existência de qualquer tipo de mágoa de Romero com relação a Bruno. “Romero nunca tratou comigo sobre isso, ele é um cara muito discreto, e estou dizendo isso da forma mais transparente que a sociedade me conhece. Eu já fiz minha opção em Campina Grande e vou apoiar a reeleição do prefeito Bruno, ele foi o único do nosso grupo político que se manifestou como candidato a prefeito”, emendou.

PB Agora

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Jornalista Jacqueline Oliveira revisitou o túmulo do pequeno Éverton, assassinado em 2015 em um caso que provocou revolta e comoção em toda a região.

Uma história marcada pela crueldade, pela dor e pela indignação voltou a despertar emoção no Cariri paraibano. Onze anos após o assassinato do pequeno Éverton, de apenas 5 anos, no município de Sumé, a jornalista Jacqueline Oliveira produziu um vídeo emocionante ao visitar o local onde a criança foi sepultada.

O crime, ocorrido em outubro de 2015, chocou toda a Paraíba pela brutalidade. Na época, investigações da Polícia Civil apontaram o envolvimento de pessoas próximas à vítima, incluindo a própria mãe, o padrasto e outros suspeitos. Um homem conhecido como Pai Etin chegou a ser preso e, segundo a polícia, apresentou um relato sobre as circunstâncias do assassinato, que teria ocorrido durante um suposto ritual.

A repercussão do caso provocou forte comoção popular e deixou marcas profundas na memória dos moradores de Sumé e de toda a região.

Agora, mais de uma década depois, Jacqueline Oliveira resgata essa história ao mostrar a sepultura do menino, em uma narrativa que mistura saudade, indignação e reflexão sobre a violência contra crianças.

O vídeo também reforça a necessidade de proteger a infância e de manter viva a responsabilidade coletiva de combater qualquer forma de violência.

Onze anos se passaram, mas a história de Éverton continua sendo uma ferida na memória do Cariri. Uma criança que teve a vida interrompida de maneira cruel e cuja lembrança jamais deve ser esquecida.

De Olho no Cariri