Mais de 28 mil militares devem atuar nas eleições 2018

Foto: Tânia Rego/Agência Brasil/

O Ministério da Defesa confirmou que até o momento o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou o envio de militares das Forças Armadas para assegurar a Garantia da Votação e Apuração (GVA) e o apoio logístico em 598 localidades de 13 estados. Mais de 28 mil militares devem atuar nas eleições 2018.

Para as atividades relativas à votação e apuração serão atendidos os seguintes estados: Acre, 11 localidades; Maranhão, 72; Piauí, 122; Rio de Janeiro, 69; Amazonas, 26; Mato Grosso, 19; Mato Grosso do Sul, 4; Pará, 60; Rio Grande do Norte, 97; Tocantins, 12 e Ceará, 5.

O auxílio das Forças Armadas no apoio logístico é feito para o transporte de pessoal da Justiça Eleitoral e de urnas. Os militares desempenham essa tarefa acompanhados de pessoal da Justiça Eleitoral.

No total, ocorrerá em 101 localidades de cinco estados. No Acre, serão atendidas 41 localidades; no Amazonas, 25; no Amapá, 5; em Mato Grosso do Sul, 4 e em Roraima, 26.

Pedidos

As solicitações de apoio das Forças Armadas, quer seja para Garantia da Votação e Apuração (GVA) ou no transporte de pessoal e urnas, são formuladas pelos Tribunais Regionais Eleitorais ao TSE.

A GVA é uma atividade militar semelhante às missões de Garantia da Lei e da Ordem (GLO). No entanto, a GVA é utilizada especificamente para manter a normalidade da segurança pública nos locais de votação e apuração, durante o pleito eleitoral, nas localidades onde o TSE requisitar.

Após a análise e deliberação do TSE, as demandas são repassadas ao Ministério da Defesa, órgão responsável pelo planejamento e execução das ações empreendidas pelas Forças Armadas.

Com Agência Brasil

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Uma discussão entre pai e filho terminou em agressão na tarde da última quarta-feira (9), no município de Cabaceiras, no Cariri paraibano. A ocorrência mobilizou equipes do 18º Batalhão da Polícia Militar e do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU).

De acordo com informações da Polícia Militar, por volta das 14h, uma guarnição foi acionada pelo Centro Integrado de Comando e Controle (CICC) para prestar apoio a uma equipe do SAMU que atendia uma pessoa ferida.

Ao chegar ao local, os policiais encontraram a vítima sendo atendida pelos socorristas, apresentando um corte na parte posterior da cabeça. Aos militares, ela informou que havia discutido com o próprio pai e que, durante o desentendimento, teria sido atingida com o cabo de um facão.

Após colher as primeiras informações, a equipe policial iniciou diligências e conseguiu localizar o homem apontado como autor da agressão na residência da mãe dele.

Durante a abordagem, entretanto, o pai apresentou outra versão dos fatos. Segundo ele, também teria sido agredido pelo filho durante a discussão. O homem afirmou aos policiais que o filho teria arremessado pedras em sua direção e também contra sua motocicleta.

Diante das versões apresentadas pelos envolvidos, pai e filho foram conduzidos à Delegacia de Polícia Civil, onde o caso foi apresentado à autoridade policial para adoção dos procedimentos cabíveis.

Um facão relacionado à ocorrência também foi apreendido pela Polícia Militar e encaminhado juntamente com os envolvidos.

As circunstâncias que deram origem à discussão e as agressões relatadas pelas duas partes deverão ser apuradas pela Polícia Civil.

De Olho no Cariri

Com Heleno Lima