O presidente do PDT em João Pessoa, João Almeida, nesta quarta-feira (12), anunciou que o presidente nacional da legenda virá à capital paraibana na próxima sexta-feira (14) para oficializar apoio ao ex-prefeito da cidade, Cícero Lucena (MDB), na disputa pelo governo estadual.
“O presidente Lupi deve vir sexta-feira à Paraíba e vai vai oficializar [o apoio a Cícero Lucena] aqui presencialmente. E eu fico muito feliz porque ele tá dando a importância dessa decisão, de vir aqui à Paraíba juntamente com todos os nossos correligionários”, informou o secretário de Segurança de João Pessoa.
A decisão, de acordo com João Almeida, não foi apenas de Carlos Lupi, mas também da “grande maioria” dos filiados do partido. “Eu quero dizer que não foi uma questão do presidente Lupi. A gente discutiu internamente, a grande maioria do partido decidiu por romper com a aliança e seguir com a candidatura de Cícero Lucena. Eu fico muito feliz, eu acho que o partido agora está no caminho certo”, citou.
Motivo do rompimento com governo Lucas
O PDT na Paraíba rompeu a aliança com o governador Lucas Ribeiro (PP) após o anúncio da médica Lígia Feliciano na vaga de vice do gestor.
A legenda havia indicado o nome da ex-secretária de Meio Ambiente da Paraíba, Rafaela Camaraense, para ser a parceira de chapa de Lucas. No entanto, o nome da suplente de deputada federal foi preterido pelo grupo governista.
Para João Almeida, a escolha do governador por outro nome motivou os filiados a romper uma aliança “que a maioria já não queria antes”.
“A gente tem tinha uma uma excelente candidata. A gente poderia participar inclusive de forma mais vultuosa da campanha, apresentando uma uma pessoa que tem tem perfil, tem liga pessoal inclusive com Lucas Ribeiro e, enfim, tem uma militância. E fez com que a gente, ainda que a maioria sempre preferisse seguir com Cícero, por conta desse objetivo partidário, a gente iria ceder a essa situação pelo movimento partidário. Mas uma vez que isso não se consolida, não tem por que a gente se manter numa aliança que a maioria já não queria antes”, complementou o secretário.
Com MaisPB















