Lucas Ribeiro aposta em consenso da oposição para enfrentar Bruno Cunha Lima

O governador em exercício Lucas Ribeiro (PP) não acredita que a busca dos partidos por fortalecimentos para as eleições 2024 cause alguma divisão nas oposições em Campina Grande, no Agreste paraibano.

Para o gestor, é natural que as legendas busquem lideranças para concorrer o pleito como tem feito o Republicanos, mas quando tudo for definido todos devem sentar para buscar um alinhamento e chegar a um consenso.

“A base da oposição vai entrar em um consenso e andar em unidade em Campina Grande. Acredito que vamos está todos juntos”, enfatizou.

Além do Republicanos, que busca arregimentar para seus quadros o deputado federal Romero Rodrigues (Podemos) para a disputa, o PSD também tem lembrado a senadora Daniella Ribeiro, presidente estadual da legenda, como uma liderança que pode pode entrar na briga pelo comando da segunda maior cidade do Estado.

Por outro lado, Lucas adianta que não há mais como voltar a integrar o grupo do atual prefeito, Bruno Cunha Lima (PSD) com o qual foi eleito vice-prefeito nas eleições de 2020.

“Nós sabemos que não votaremos na atual gestão. Fazemos parte das oposições e,  para além disso, temos divergências e discordâncias.

De Olho no Cariri

Mais PB

COMPARTILHE ESSA NOTÍCIA

Facebook
WhatsApp
Print

O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1