João sacramenta nome do PSB para 2020 em JP: “não resta nenhuma dúvida que é Ricardo”

Ainda repercute a entrevista concedida pelo governador João Azevêdo, na noite desta segunda-feira (3), ao programa Conexão Master, da TV Master. Na oportunidade, o governador não se esquivou de comentar sobre as próximas eleições municipais, mais especificamente sobre a disputa que sucederá o atual prefeito Luciano Cartaxo (PSD), em João Pessoa.

Questionado sobre o assunto, João Azevêdo deixou transparecer que o nome de consenso dentro do PSB é o do ex-governador Ricardo Coutinho (PSB), atual presidente da Fundação João Mangabeira do PSB e que já foi prefeito da Capital por dois mandatos.

“Eu não tenho dúvida nenhuma, se for da vontade dele, o nome está posto e já está discutido, o nome é Ricardo”, disse João Azevêdo.

O governador ainda deixou claro que não existe nenhuma proximidade política com o atual gestor de João Pessoa, conforme ventilou-se na imprensa após a decisão por revogar o embargo do Instituto do Patrimônio Histórico da Paraíba (Iphaep) à obra do Parque Ecológico Sanhauá. Segundo João Azevêdo, o critério para a decisão foi “puramente técnico” e para não prejudicar a cidade.

Com Wscom

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1