João Azevêdo diz que vai participar das eleições municipais e torce para Ricardo ser candidato em JP

O governador João Azevêdo (PSB) disse, nesta sexta-feira (09), em solenidade no Espaço Cultural, na Capital, que vai participar ativamente do processo com vistas às eleições municipais e voltou a declarar que espera que o ex-governador Ricardo Coutinho aceite ser candidato a prefeito de João Pessoa. Se não for, o PSB fará uma discussão interna.

“Não sendo, aí teremos que ter uma discussão interna no partido, mas eu espero efetivamente e torço para que ele seja o nosso candidato”, disse João Azevêdo.

João Azevêdo disse que o PSB começa este ano as discussões sobre eleições. “Eu participo de um partido, pertenço a um partido, e vamos, sim, trabalhar e já vamos começar, até o final do ano, a projetar, fazer o planejamento para o estado da Paraíba como um todo, nos municípios em que, efetivamente, o nosso partido tem condições de participar com expectativa de vitória, nós vamos começar a trabalhar sim. Aqui em João Pessoa, claro, não poderia ser diferente, a capital do Estado. Nós vamos participar, e participar efetivamente”, afirmou.

O governador João Azevêdo assinou, nesta sexta-feira (09), contratos do Programa Empreender Paraíba que vão contemplar 260 empreendedores de João Pessoa, Santa Rita, Bayeux, Cabedelo e Bananeiras. Os investimentos somam mais de R$ 1,8 milhão em créditos para implantação ou ampliação de pequenos negócios.

Pela manhã, às 10h, o governador João Azevêdo, ao lado do secretário executivo de Empreendedorismo, Fabricio Feitosa, assinou os contratos que vão liberar R$ 1.729.350,00 para 231 empreendedores de João Pessoa, Santa Rita, Bayeux e Cabedelo, durante solenidade na Sala de Concertos Maestro José Siqueira, no Espaço Cultural José Lins do Rego.

À tarde, às 16h, serão assinados os contratos que contemplam 29 empreendedores de Bananeiras com créditos que somam R$ 166.800,00. A solenidade será realizada no Cruzeiro de Roma.

Com Click PB

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1