Ex-candidato a prefeito de Parari deixa vida pública e diz que não apoiará nenhum candidato nas próximas eleições

O ex-candidato a prefeito de Parari,  Diógenes Correia (PPS), confirmou em entrevista ao portal De Olho no Cariri o seu desligamento da vida pública no município. O líder político disse que irá cuidar da família e dar andamento a sua carreira empresarial, transferindo inclusive o título eleitoral de Parari para Santo André.

Diógenes Correia fez uma avaliação da sua trajetória política em Parari e disse que era muito grato à população e aos políticos de Parari pela oportunidade que lhe foi dada. O ex-vereador disse que nas próximas eleições não pretende apoiar nenhum candidato e apenas será um espectador da política parariense.

Diógenes disse que não tinha qualquer mágoa do grupo de oposição, a quem inclusive expressou gratidão por ter votado e apoiado seu nome na disputa pela Prefeitura de Parari. Mesmo tendo recebido o apoio dos oposicionistas, Diógenes disse que não pretende participar das próximas eleições, nem como apoiador da oposição, grupo ao qual fazia parte até pouco tempo.

Questionado sobre os projetos para as eleições de 2020, ele descartou qualquer possibilidade por enquanto de postular seu nome para uma vaga na Câmara Legislativa em Santo André e disse que em momento está cuidando das atividades de seu comércio e da sua família.

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De Olho no Cariri

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1