Ex-auxiliar de Ricardo anuncia apoio a Maranhão: ‘Sem peso na consciência’

A médica Tatiana Medeiros anunciou apoio à pré-candidatura do senador José Maranhão (MDB) ao governo do Estado nas eleições deste ano. Em entrevista a Valderedo Borba e Hiran Barbosa, da 98 FM de Campina Grande, Tatiana revelou não ter nenhum ‘peso na consciência’ pelo fato de ocupado por 42 meses o cargo de gerente regional de Saúde na Rainha da Borborema e não acompanhar o projeto de João Azevêdo, que disputará o comando do estado pelo PSB.

Tatiana lembrou ter assumido o cargo em 2015 por questões técnicas e individuais e não por uma indicação política de seu partido, o MDB. “Tenho minha consciência tranquila, porque dei minha contribuição. Peso na consciência eu teria se não tivesse feito um bom trabalho”, afirmou.

Em 2012, Tatiana disputou a prefeitura de Campina Grande com o apoio do então prefeito Veneziano Vital do Rêgo, hoje pré-candidato ao Senado pelo PSB, mas foi derrotada no 2º turno pelo atual prefeito Romero Rodrigues (PSDB). Antes da disputa, Tatiana comandou a Secretaria de Saúde da cidade.

Com Portal Correio

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1