“Eu não estou negociando o partido”, afirma Rômulo sobre a possibilidade de ceder presidência a Cartaxo

O deputado federal Rômulo Gouveia (PSD) foi enérgico nesta quinta-feira (PSD) ao ser provocado sobre a possibilidade de ceder a presidência do partido ao prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo. “Eu não estou vendendo o partido e nem precisa disso”, disse o parlamentar. Rômulo foi procurado pela imprensa para comentar a saída de Zennedy Bezerra, auxiliar e homem de confiança de Cartaxo, do PSD e filiação ao PMN – movimento que ele considerou natural.

Com as especulações de que Luciano Cartaxo estaria trabalhando um partido para chamar de seu, Rômulo foi questionado sobre a possibilidade de dar ainda mais espaço aos ‘Cartaxos’. O irmão de Luciano, Lucélio Cartaxo, já comanda o diretório municipal da legenda em João Pessoa.

“O partido não tem nem nunca terá dono. Nem o partido é de Rômulo, nem será de Cartaxo. O partido é de todos que integram o partido, dos diretórios, dos prefeitos, dos vices, dos deputados. No PSD não tem essa metodologia de o partido ser de alguém. Você pode olhar que na maioria dos partidos as composições são familiares, o PSD não é familiar”, disse o presidente estadual do PSD.

Com Blog do Gordinho

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Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso nesta quinta-feira (3), em Serra Branca, no Cariri paraibano, suspeito de envolvimento em um caso de tortura, sequestro e lesões corporais praticados em um contexto de violência motivada por homofobia. A prisão ocorreu após investigações da Polícia Civil.

Segundo a corporação, os crimes aconteceram em fevereiro de 2020. Na ocasião, um professor, que tinha 45 anos à época, teria sido retirado à força de sua própria residência e levado contra a vontade para uma região rural do município.

Ainda conforme as investigações, a vítima foi submetida a intenso sofrimento físico e psicológico por quatro homens. Os suspeitos teriam utilizado agressões e outras formas de violência relacionadas à discriminação por sua orientação sexual.

As agressões provocaram ferimentos que fizeram com que o professor precisasse receber atendimento hospitalar e passar por um procedimento cirúrgico.

A Polícia Civil apurou ainda que o crime teria sido planejado como uma forma de represália depois da divulgação, nas redes sociais, de um vídeo relacionado à vida íntima da vítima.

A possível motivação discriminatória foi considerada durante a investigação e poderá ser levada em conta na responsabilização penal, conforme a análise dos elementos reunidos no procedimento.

Após a prisão, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde foram realizados os procedimentos legais. Em seguida, ele ficará à disposição da Justiça.

As investigações continuam. A identidade da vítima e outras informações relacionadas ao caso permanecem preservadas em razão do sigilo do procedimento.

De Olho no Cariri