Esposa de Veneziano, Ana Cláudia Vital é cotada pelo Podemos para disputar prefeitura de CG

O presidente do Podemos, vereador Galego do Leite, disse ao ClickPB que o partido defende o nome de Ana Cláudia Vital, esposa do deputado federal Veneziano Vital do Rêgo (PSB), para disputar a prefeitura de Campina Grande nas eleições de 2020.

Ana Cláudia Vital tentou vaga na Câmara dos Deputados, mas ficou na primeira suplência da coligação A Força do Trabalho I, a qual elegeu seis deputados federais. Ela teve 49.248 votos, mais até que Sandra Marrocos, vereadora da Capital, a qual alcançou 22.854 em votação.

Segundo Galego do Leite, em conversa com o ClickPB, “se o grupo da oposição em Campina Grande entender que Ana Cláudia Vital é o nome para a disputa, seria ótimo.”

Galego também disse que dependerá de Nilvan Ferreira, apresentador da TV Correio, aceitar o convite para a filiação ao Podemos e se ele irá concorrer ao cargo de prefeito da Capital ou ao cargo de vereador na CMJP.

Com Click PB

COMPARTILHE ESSA NOTÍCIA

Facebook
WhatsApp
Print

O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1