Em busca de apoio, Rodrigo Maia se reúne com seis deputados paraibanos em café da manhã

Seis deputados federais eleitos para o próximo mandato na Câmara Federal estiveram no café da manhã com Rodrigo Maia em João Pessoa na manhã desta segunda-feira (14). O senador eleito Veneziano Vital do Rêgo também participou da reunião.

Estiveram presentes os deputados federais eleitos e reeleitos Efraim Filho, Julian Lemos, Pedro Cunha Lima, Rui Carneiro, Wellington Roberto e Wilson Santiago. Também estiveram presentes na reunião Gustavo Feliciano, filho do deputado federal Damião Feliciano, e o deputado estadual João Henrique, esposo da deputada federal eleita Edna Henrique.

Rodrigo Maia veio até João Pessoa para conquistar apoio dos parlamentares para sua candidatura à presidência da Câmara Federal. A eleição acontece no dia 1º de fevereiro, quando os deputados tomarem posse em seus mandatos.

Veneziano não votará, já que encerra seu mandato de deputado federal no dia 31 de janeiro para assumir o cargo no Senado. No entanto, ele fez questão de ir à reunião para demonstrar seu apoio à candidatura de Rodrigo Maia. “Rodrigo Maia, como presidente da Câmara dos Deputados, soube conduzir o parlamento com equilíbrio e competência, pensando no melhor para o País, razão pela qual merece ser reconduzido”, declarou Veneziano durante o café da manhã.

Com Click PB

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1