Edglei Amorim comenta rompimento com a vice e aponta fragilidade da oposição

Em entrevista ao programa “CONEXÃO” desta segunda-feira (8), o prefeito Edglei Amorim de Santo André, declarou que está focado nas obras/ações da sua gestão e que não há espaço na sua agenda para alimentar intrigas políticas. 

Edglei afirmou que respeita a decisão de Selma Patrícia, atual vice-prefeita, em romper com o governo. Porém, em relação a pré-candidatura de Selma, ele percebe como um espelho da fragilidade e de como está apequenada a oposição santoandreense. O Prefeito completa que a oposição não teve como segurar uma pré-candidatura e tiveram que abrir espaço para quem estava chegando.

Ainda de acordo com o chefe do executivo municipal, a oposição tava tão fragilizada e encolhida que tiveram que pegar alguém com o “cheiro” da sua gestão. Ou seja, a gestão atual é tão exitosa que recorreram a Selma Patrícia como opção.

De Olho no Cariri

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Mesmo em meio a indefinição no Tribunal Superior Eleitoral acerca da Ação de Impugnação, a coordenação de campanha de Cícero Lucena (MDB) divulgou o horário de votação do candidato ao governo da Paraíba,

Até o momento, o placar está em 3×0 contra o registro de Cícero e, em um eventual quarto voto, formará maioria para barrá-lo.

Cícero votará em João Pessoa, no Colégio Meta, bairro do Bessa, enquanto Diogo Cunha Lima (PSD), o candidato a vice, votará em Campina Grande, no Colégio Imaculada Conceição.

Como votou o relator do processo

O ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), votou, nesta sexta-feira (02), para barrar a candidatura do ex-prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena (MDB), ao Governo do Estado por elo com facções. O voto foi protocolado no recurso ingressado pelo Ministério Público Eleitoral (MPE) contra a decisão do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB) que rejeitou a Ação de Impugnação.

De acordo com o magistrado, os elementos apontados pela Procuradoria-Regional Eleitoral demonstrou que Cícero foi beneficiado nas últimas eleições através da relação com grupos criminosos.

“O que resta demonstrado nos autos é a extração de vantagens eleitorais pelo pretenso candidato em troca de benefícios que só poderiam ser oferecidos por pessoa na condição de autoridade, negociados por familiares de seu núcleo mais íntimo, em contexto no qual, pelas conversas transcritas e demais elementos, resta inequívoca a convergência dos interesses da facção com seus próprios interesses eleitorais. Não se cuida, portanto, de mero proveito eleitoral reflexo, mas da utilização da estrutura da organização criminosa  como instrumento do próprio projeto político-eleitoral”, citou o magistrado.

Com MaisPB