Bolsonaro se aproxima de Lula em São Paulo, enquanto petista mantém vantagem em Minas Gerais e Rio de Janeiro, mostra Datafolha

A vantagem do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sobre o presidente Jair Bolsonaro (PL) na eleição para o Palácio do Planalto apertou em São Paulo, mas se manteve estável no Rio de Janeiro e variou dentro da margem de erro em Minas Gerais.

Pesquisa Datafolha desta quinta-feira (1º) mostrou que, em todo o país, Lula tem 45% de intenção de votos contra 32% de Bolsonaro.

Já em São Paulo o levantamento mostra que o petista tem 40% contra 35% do presidente. Na rodada anterior, de 18 de agosto, Lula tinha 44% e Bolsonaro, 31% -uma diferença de 13 pontos.

Ciro Gomes (PDT), por sua vez, manteve o índice anterior, de 9% entre os paulistas. No estado, Simone Tebet (MDB) foi de 3% para 7%.

Soraya Thronicke (União Brasil) tem 1%, e o restante não saiu de 0%. Em São Paulo, 2% não sabem em quem votar e 4% declaram voto nulo ou branco.

Em Minas Gerais, a diferença entre Lula e Bolsonaro era de 20 pontos e agora é de 17 pontos. O ex-presidente tinha 49% e agora foi a 47%, enquanto o atual chefe do Executivo foi de 29% para 30%.

Ciro e Simone também variaram dentro da margem de erro — de 6% para 8% e de 2% para 4%, respectivamente. No estado, Soraya, Felipe d’Avila (Novo) e Pablo Marçal (Pros), cuja candidatura é incerta, marcaram 1%.

Entre os moradores de Minas, 3% não sabem em quem votar e 3% declaram voto nulo ou em branco.

Já no Rio de Janeiro, os candidatos ganharam um ponto, fazendo com que a diferença permanecesse de 6 pontos. Lula foi de 41% para 42%, e Bolsonaro foi de 35% para 36%.

O mesmo ocorreu com Ciro (de 7% para 8%) e Simone (de 3% para 4%). Soraya e d’Avila têm 1% cada. Os brancos e nulos somam 5%, e 2% não sabem.

Os candidatos que não pontuaram em nenhum dos três estados neste levantamento são Sofia Manzano (PCB), Vera Lúcia (PSTU), Leo Péricles (UP), Eymael (DC) e Roberto Jefferson (PTB) -que teve a candidatura indeferida pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

A rejeição de Bolsonaro, que é de 52% na média nacional, é de 51% em São Paulo, 48% no Rio e 53% em Minas Gerais. O presidente é mais rejeitado que Lula nos três estados.

Já aqueles que não votariam em Lula, que somam 39% no país, são 46% em São Paulo, 42% no Rio e 37% em Minas.

Segundo o Datafolha nacional, Lula tem 53% contra 38% de Bolsonaro numa simulação de segundo turno. Nos três estados, o presidente também perde do petista no segundo turno.

Em São Paulo, o placar é de 48% a 42%. No Rio, é de 49% a 40%. Já em Minas, os números são 55% a 35%.

A avaliação do governo Bolsonaro melhorou em São Paulo — ele tinha 29% de ótimo e bom e agora tem 34%. O índice de ruim e péssimo foi de 47% para 44%. A parcela que considera a gestão regular era de 23% e agora é de 22%.

Em Minas Gerais, tanto na pesquisa anterior como agora, 31% consideram o governo Bolsonaro ótimo ou bom. Para 43% (antes 40%), é ruim ou péssimo. O regular marcou 25% (era 27%).

No Rio de Janeiro, o cenário é de estabilidade: 33% de ótimo e bom (era 31%), 43% de ruim e péssimo (era 44%) e 24% de regular (era 24%).

A pesquisa Datafolha, contratada pela Folha de S.Paulo e pela TV Globo, ouviu 5.734 pessoas em 285 cidades do país de terça-feira (30) a quinta-feira. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, e o intervalo de confiança é de 95%. O levantamento foi registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) com o número BR-00433/2022.

FolhaPress

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Em solenidade que aconteceu na tarde desta quinta-feira (17), a gestão municipal entregou a obra de revitalização da Escola Agrotécnica Deputado Evaldo Gonçalves de Queiroz. Com um investimento de aproximadamente R$ 500 mil, a unidade de ensino passou por importantes melhorias e recebeu um montante de novos equipamentos que irão facilitar o trabalho de professores, funcionários e alunos no dia a dia escolar.

A cerimônia teve a presença do prefeito Manezinho Lourenço, das secretárias Denise (Educação), Elidiene Batista (Assistência Social), Niedja Rodrigues (Saúde), dos secretários Vicente Lourenço (Obras e Serviços Urbanos), Robério Cipriano (Orçamento e Finanças), da diretora da escola, Elidiane Batista, do presidente do Legislativo, Jeffeson Menezes e de alunos, servidores e funcionários da unidade de ensino.

A reforma contemplou serviços de manutenção, recuperação e adequação da estrutura física. Entre os serviços realizados estão a cobertura principal do pátio e no telhado com recuperação da estrutura de madeira e do telhamento.

A Escola recebeu ainda serviços de acabamento e pintura, adequações na instalação elétrica, iluminação dos ambientes e melhorias em sua fachada.

Além da reforma da estrutura física, a escola também recebeu, ao longo de 2026, novos equipamentos, mobiliário e recursos para as atividades pedagógicas e administrativas.

Um laboratório de informática foi implantando com 15 computadores com acesso à internet, todas as salas da unidade agora estão climatizadas, novos mobiliários foram adquiridos, entre eles, armários, mesas, cadeiras, conjuntos de refeitório, utensílios de cozinha, fogão industrial, ventiladores, além de equipamentos de informática como seis data shows, 1 notebook, 1 impressora e kits de higiene para os estudantes.

No total, entre reforma e compra de equipamentos, foram investidos R$ 446.040,97 (quatrocentos e quarenta e seis mil, quarenta reais e noventa e sete reais). A Escola Agrotécnica atende 233 estudantes, distribuídos em 13 turmas, com uma equipe formada por 30 professores e funciona em regime de ensino integral.

O prefeito Manezinho Lourenço evidenciou o esforço de sua gestão em melhorar toda a estrutura da rede, tanto física quanto pedagógica. “Quando a secretária Denise surge com uma demanda, a gente já planeja e ver a melhor forma de trabalhar, de atender, de estruturar. Assim estamos fazendo em toda a rede pública, poder oportunizar um ensino de melhor qualidade para as nossas crianças e jovens. Eu agradeço a toda a equipe da Educação que se empenha nesse processo”, declarou o prefeito.

Para a secretária, Denise Batista, a entrega vai além de uma reforma. Ela representa melhorias no ambiente de trabalho para os funcionários e conforto para os estudantes, consequentemente resultando em melhorias no ensino-aprendizagem da unidade. “A atual gestão municipal tem um divisor de águas, e esse divisor de águas trouxe qualidade para a educação do nosso município, tanto na aprendizagem dos nossos alunos, quanto na estrutura física das unidades de ensino. O prefeito é muito consciente da política pública que precisa ser feita e mantida na Educação”, enfatizou Denise.

Já a diretora, Elidiane Batista falou das dificuldades enfrentadas ao assumir a gestão escolar e celebrou as conquistas alcançadas com as melhorias que agora estão proporcionadas na unidade de ensino pela atual gestão municipal.

Com Ascom PMS