Após deixar Cidadania, João Azevedo deve filiar-se ao PSB nesta quinta

Após o Cidadania aprovar a federação com o PSDB, o governador da Paraíba, João Azevêdo, comunicou ao presidente da legenda, Roberto Freire, sua desfiliação do partido. Com isso, o Partido Socialista Brasileiro (PSB) deve receber o gestor e o evento de filiação já tem data para acontecer, na próxima quinta-feira (24).

“O governador já vinha sinalizando que, se fosse aprovada a federação com o PSDB, ele não teria condições de permanecer no Cidadania”, afirmou o presidente estadual do partido, Ronaldo Guerra ao jornal Folha de S. Paulo.

PT e PSB estavam em negociações nacionalmente para compor federação partidária. Essas articulações esfriaram nas últimas semanas e a possibilidade da parceria sofreu um novo golpe com o anúncio da filiação de João Azevedo ao PSB. Ele é adversário do ex-governador Ricardo Coutinho, hoje no PT, desde que ambos romperam em 2019.

O projeto de reeleição de Azevedo, com a filiação ao PSB, se aproxima ao do ex-presidente Lula, pré-candidato à presidência. No entanto sem exclusividade. O PT deve apoiar a candidatura de Veneziano Vital do Rego ao governo da Paraíba.

O evento de filiação de João Azevedo ao PSB deve ter vídeo da presidente do PT, Gleisi Hoffmann, mas sem a participação do ex-presidente Lula.

De Olho no Cariri

Portal T5

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A partir deste sábado (19) os candidatos das eleições gerais não podem ser presos até o fim do período eleitoral. No entanto, a coordenadora da Corregedoria do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), Vanessa do Egito, esclareceu, nesta sexta-feira (18), que os políticos podem ser detidos em flagrante.

“A verdade é que, 15 dias antes das eleições e até 48 horas após, nenhum candidato ou candidata poderá ser preso. Mas, se ele for flagrado no cometimento de crime, ele vai ser preso sim. Essa aí são aqueles mandados de prisão que tem contra as pessoas. Se for contra um candidato, não poderá ser cumprido dentre esses 15 dias”, destacou a coordenadora.

A regra responsável por vedar mandados de prisão, conforme explicou Vanessa do Egito, visa evitar a cassação dos direitos dos candidatos, a exemplo da participação na propaganda eleitoral.

“É para que isso não seja usado de forma eleitoreira. Para que esses mandados [de prisão] não sejam cumpridos exatamente nesses 15 dias para tirar o candidato de sua campanha. Então, para permitir que o candidato possa fazer a sua propaganda eleitoral até os últimos dias de propaganda, a sua campanha, de forma plena”, complementou.

Com MaisPB