Aguinaldo Ribeiro diz que chapa de Lucas já contempla geografia da PB e prega vice ‘agregador’

O deputado federal Aguinaldo Ribeiro (PP) afirmou, na manhã desta sexta-feira (31), que a chapa encabeçada por Lucas Ribeiro (PP) para disputar as eleições já representa bem geograficamente a Paraíba e, portanto, essa questão pode pesar na escolha do candidato a vice-governador.

“Hoje já temos uma chapa com João Azevêdo (PSB) que representa João Pessoa, Lucas Ribeiro (PP), que representa Campina Grande e Nabor Wanderley (Republicanos) que representa o Sertão. Acho que isso será avaliado também dentro dessa discussão”, destacou o parlamentar em entrevista ao repórter André Firmino, antes de de se reunir com lideranças políticas do PP que irão disputar mandatos na Assembleia Legislativa da Paraíba.

Para a escolha do nome para a vice do governador Lucas Ribeiro, Aguinaldo defendeu que o mais importante é um perfil que agregue e possa representar consenso e convergência de todos os partidos aliados.

“Tem excelentes nomes postos e vamos intensificar toda essa discussão ao longo desse período para que a gente possa escolher o melhor nome”, acrescentou.

Com MaisPB

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A Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) lançou a campanha Todos contra o VSR – Proteção desde o Início. O objetivo é ampliar o conhecimento de gestantes e da população sobre a importância da imunização contra o vírus sincicial respiratório (VSR), bem como fortalecer o conhecimento dos profissionais da saúde a respeito do tema.

Segundo a entidade, o VSR é responsável por 80% dos casos de bronquiolite e até 60% das pneumonias em menores de dois anos. De acordo com o Ministério da Saúde, foram confirmados este ano 21.398 casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) causados pelo vírus, dos quais 246 resultaram em mortes. A faixa etária de menores de dois anos é a mais afetada: 17.081 casos e 109 mortes.

De acordo com a coordenadora da campanha e diretora da SBIm, Isabella Ballalai, a imunização contra o VSR é essencial para resguardar os bebês nos primeiros meses de vida, quando o risco é maior.

Nesse sentido, há dois recursos à disposição. O primeiro é a vacinação da gestante, que transferirá os anticorpos produzidos para o feto e o protegerá já na primeira semana de vida.

“A partir do nascimento, crianças menores de dois anos podem se beneficiar dos anticorpos monoclonais, em especial prematuros e outros grupos de risco”, a médica.

Com Agência Brasil