Adriano Galdino é eleito presidência da ALPB por unanimidade

O deputado estadual Adriano Galdino (PSB) foi eleito com 36 votos para o 1º biênio da Presidência da Assembleia Legislativa da Paraíba, nesta sexta-feira (1). Com unanimidade, a votação durou cerca de 30 minutos.

“Agradeço a confiança. Juntos vamos fazer uma Paraíba melhor e mais justa para todos nós. Vamos garantir as prerrogativas desse poder. Todos me conhecem e sabem da minha lealdade ao PSB. Mas todo mundo sabe que não sou submisso a ninguém, só a Deus. Sou leal, sou amigo, mas submisso, jamais. Eu não nasci assim e vocês têm a em mim um presidente leal, amigo”, afirmou após durante discurso de posse

A mesa diretora também foi empossada.  Confira os nomes

1º vice-presidente: Genival Matias (Avante);

2º vice-presidente: Manoel Ludgério (PSD);

3º vice-presidente: Inácio Falcão (PCdoB);

4º vice-presidente: Camila Toscano (PSDB);

1º secretário: Nabor Wanderley (PRB);

2º secretário: Bosco Carneiro (PPS);

3º Secretário: Edmilson Soares (Podemos)

4º secretário: Walber Virgulino (Patriotas);

1º suplente: Moacir Rodrigues (PSL);

2º suplente: Galego de Souza (PP);

3º suplente: Dra Paula (PP);

4º suplente: Caio Roberto (PR).

Com Mais PB

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1