Adriano Galdino diz que João Azevêdo não teria ganho em 2022 sem apoio de Republicanos e quer cabeça de chapa em 2026

O presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), Adriano Galdino, falou ontem (26), sobre a importância do partido Republicanos na eleição do governador João Azevêdo (PSB). Em entrevista ao jornalista Luís Torres, no programa Frente a Frente, da TV Arapuan, disse que se o partido não tivesse apoiado Azevêdo, o governador não teria sido eleito.

“É bom que se diga. O Republicanos foi o fiel da balança na eleição passada. Se o Republicanos não tivesse ficado com o governador João, o governador não era João, era Pedro”, disse na entrevista.

Para Adriano Galdino, hoje, o Republicanos continua sendo fiel e é maior do que em 2022. “O nosso apoio ao governador João foi determinante para a sua vitória e o Republicanos hoje ainda é maior do que foi na eleição de 22. Ele hoje continua sendo o fiel da balança”, falou.

Ao longo de sua fala, Galdino enfatizou que caso o Republicanos não fosse mais aliado do governo, o poder executivo perde as eleições de 2026.

“Se o Republicanos fica no governo, o governo tem a certeza que será vitorioso, mas se o Republicanos sai do governo, o governo tem a certeza que perde as eleições. Isso é fato, isso é verdade, a Paraíba toda sabe disso”, pontuou em entrevista à TV Arapuan.

Ainda na entrevista ao jornalista Luís Torres, Adriano Galdino deu detalhes sobre uma reunião realizada em janeiro deste ano, com Cícero Lucena (Progressistas), Lucas Ribeiro (Progressistas), Hugo Motta (Republicanos), Daniella Ribeiro (Progressistas), Aguinaldo Ribeiro (Progressistas) e o governador João Azevêdo (PSB).

Com ClickPB

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Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso nesta quinta-feira (3), em Serra Branca, no Cariri paraibano, suspeito de envolvimento em um caso de tortura, sequestro e lesões corporais praticados em um contexto de violência motivada por homofobia. A prisão ocorreu após investigações da Polícia Civil.

Segundo a corporação, os crimes aconteceram em fevereiro de 2020. Na ocasião, um professor, que tinha 45 anos à época, teria sido retirado à força de sua própria residência e levado contra a vontade para uma região rural do município.

Ainda conforme as investigações, a vítima foi submetida a intenso sofrimento físico e psicológico por quatro homens. Os suspeitos teriam utilizado agressões e outras formas de violência relacionadas à discriminação por sua orientação sexual.

As agressões provocaram ferimentos que fizeram com que o professor precisasse receber atendimento hospitalar e passar por um procedimento cirúrgico.

A Polícia Civil apurou ainda que o crime teria sido planejado como uma forma de represália depois da divulgação, nas redes sociais, de um vídeo relacionado à vida íntima da vítima.

A possível motivação discriminatória foi considerada durante a investigação e poderá ser levada em conta na responsabilização penal, conforme a análise dos elementos reunidos no procedimento.

Após a prisão, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde foram realizados os procedimentos legais. Em seguida, ele ficará à disposição da Justiça.

As investigações continuam. A identidade da vítima e outras informações relacionadas ao caso permanecem preservadas em razão do sigilo do procedimento.

De Olho no Cariri