URGENTE: Serra-branquense morre em desabamento de prédio no Rio de Janeiro

O desabamento de dois prédios na comunidade de Muzema, no Rio de Janeiro, ocorrido nesta sexta-feira (12), deixou algumas vítimas fatais, além de várias pessoas feridas. Na relação de pessoas vitimadas e feridas, a reportagem do portal De Olho no Cariri confirmou que havia um serra-branquense, que há cerca de uma semana havia se transferido para o prédio que ora desabou.

Trata-se de Cláudio Rodrigues, natural de Serra Branca e filho de Zeneide, irmã do conhecido professor José Bernardo. Cláudio estava no prédio no momento do desabamento junto a sua esposa e sua filha e veio a óbito pouco depois de ser socorrido. A esposa de Cláudio está em estado grave no hospital e a filha menor de idade teve apenas escoriações e deve receber alta a qualquer momento.

O serrabraquense Claudio Rodrigues, que era pastor, chegou a ser socorrido para o hospital da Unimed, teve pelo menos duas paradas cardíacas e não resistiu vindo a óbito. Sua esposa já passou por cirurgia e teve várias fraturas na bacia e seu estado é delicado. Informações oficiais repassadas pela imprensa carioca, dão conta de que outros paraibanos moravam na edificação e estão desaparecidos desde o desabamento.

De Olho no Cariri

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1