Tiroteio deixa delegado baleado e um suspeito morto na Paraíba

O delegado da Polícia Civil, Silvio Bardasson, foi baleado no início da tarde desta segunda-feira (11), no bairro dos Bancários, Zona Sul de João Pessoa. De acordo com as primeiras informações, ele teria reagido a um assalto que acontecia na saída de um restaurante.

Uma mulher que saía do estabelecimento foi abordada por uma dupla que anunciou o assalto. O delegado testemunhou a situação e reagiu. Houve troca de tiros e ele foi atingido. Ele foi socorrido em carro particular para o Hospital de Emergência e Trauma de João Pessoa.

Com informações de que a dupla suspeita de tentar praticar o assalto estaria em uma mata, próximo à UFPB, a polícia fez buscas e encontrou um dos suspeitos morto.

O delegado, de 52 anos, foi atingido na coxa direita e no pé esquerdo. Ele deu entrada no Hospital de Emergência e Trauma de João Pessoa, às 14h18. De acordo com a assessoria ele permanece da unidade hospitalar e o estado de saúde não foi informado.

Com Portal T5

COMPARTILHE ESSA NOTÍCIA

Facebook
WhatsApp
Print

O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1